Dia das Mães: CDL acredita em pequena melhora nas vendas este ano
Economia 06/05/2016 19h00

Em tempos de crise econômica e aumento do desemprego, geralmente o comércio sofre ante o pouco faturamento e as consequências são graves para os lojistas e até para os comerciários, que vivem ameaçados perante a possibilidade de perder seus empregos.

Mas uma das datas que ainda anima os lojistas é, sem dúvida, o Dia das Mães, comemorado no segundo domingo de maio - este ano no próximo dia 08.

Pensando nisso, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Sergipe (FCDL) crê que pode haver uma pequena recuperação nas vendas por parte de alguns segmentos, minimizando a crise.

A opinião é do presidente da entidade, Edivaldo Cunha, para quem “os gastos dos brasileiros no Dia das Mães devem ser mais modestos do que no ano passado, porém por se tratar da data que é a segunda mais importante para o varejo em volume de vendas e faturamento, ficando atrás apenas do Natal, acreditamos no rendimento de alguns bons frutos”.

Para a FCDL/Sergipe, pode até diminuir as vendas em relação ao mesmo período do ano passado, mas haverá de aquecer alguns segmentos como vestuário, sapatarias, perfumarias, bijuterias, mercado da internet e armarinhos, cosméticos, bares, restaurantes e hotéis.

“Um ano que deve ser afetado principalmente pelo desemprego, sendo essa a principal razão para que os clientes pretendam gastar menos, é o que nos diz uma pesquisa feita pela CNDL”, diz Edivaldo.

Outros motivos também foram citados pela CNDL, como o endividamento (21,0%) e a necessidade de economizar (16,6%). “Com o crédito mais restrito, a inflação elevada e as taxas de juros cada vez mais altas, o consumidor tem o poder de compra reduzido e uma das principais medidas para salvar as finanças acaba sendo o corte de gastos”, avalia o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

De acordo com o levantamento da entidade nacional dos lojistas, os entrevistados têm sentido no dia a dia a alta da inflação: 70,5% têm a impressão de que os produtos estão mais caros em 2016; 20,5% acreditam que os presentes estão na mesma faixa de preço, e para apenas 8,9% estão mais baratos.

A variação é a de que o valor dos presentes esteja na casa dos R$ 90,00.

Fonte: CDL

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