Laércio participa de seminário sobre ameaças de aumento de impostos
Economia 01/07/2016 13h40Desemprego, aumento de preços e inflação serão as principais consequências da mudança proposta ainda no governo Dilma que altera a cobrança do PIS/Cofns. “O aumento da cobrança irá elevar em cerca 5% a tributação sobre as empresas prestadoras de serviços e pequenos negócios do país, agravando ainda mais um cenário preocupante de estagnação econômica. O aumento da carga tributária em vários setores da economia acabará sendo repassada para o consumidor”, afirmou o deputado federal Laércio Oliveira.
Diante desse cenário, a Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRio), realiza no dia 4 de julho, a partir das 9 horas, o seminário “Ameaças de Aumento de Impostos e Seus Impactos Sobre as Empresas” e traz diversos especialista para debater o assunto.
O PIS e a Cofins são pagos por empresas de todos os setores e ajudam a financiar a previdência social e o seguro-desemprego. Pela proposta em estudo, setores como construção civil, educação e comunicação, entre outros, que agora pagam a alíquota menor de 3,65%, migrariam para a maior, de 9,25% do faturamento, e haveria um sistema de compensação. Só que que para compensar mais, é preciso ter um produto que possa ir para a prateleira, o que não é o caso do setor de serviços.
O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, IBPT, diz que quanto maior o peso da folha de pagamento nas contas de cada empresa, mais prejudicadas elas seriam. O Instituto calcula que 1,5 milhão empresas podem ser afetadas. E o efeito cascata vai aumentar preços em diversos setores.
“O governo vai ter um crescimento de sua arrecadação de 50 bilhões por ano, mas quem vai pagar esse custo é o consumidor. Vai pagar mais mensalidade escolar, plano de saúde, mais passagem de ônibus, mais por imóveis, enfim, vai pagar mais por tudo aquilo que adquire tanto de bens como de serviços", explica Laércio Oliveira.
O custo com o PIS/COFINS subiria 104% em média para setores estudados pelo IBPT. Haveria impacto de aumento do preço dos serviços e essa mudança inviabilizaria milhares de empresas e aceleraria o crescimento do desemprego. “São mais de 20 milhões de empregos ameaçados, especialmente na atual conjuntura econômica”, informou Laércio.
Fonte: Assessoria de Comunicação


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