Frente do Comércio e Serviços recebe ministros da Casa Civil e Fazenda
"Esses setores geram milhões de empregos", registrou deputado Laércio
Política 11/08/2016 19h00

 

A Frente Parlamentar Mista em Defesa do Comércio, Serviços e Empreendedorismo recebeu nesta quarta-feira, 10, os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha e da Fazenda, Henrique Meirelles. O deputado federal Laércio Oliveira, que é vice-presidente da Frente, destacou na abertura do evento que é importante que o governo enxergue e compreenda as necessidades do setor produtivo. “Queremos participar das ações do governo. São milhões de empregos representados pelos setores de comércio e serviços. Queremos ajudar a apontar os caminhos para achar a solução para os problemas econômicos do país”, informou o parlamentar.

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que o governo Temer conseguiu a aprovação de tudo a que propôs no Congresso, inclusive o texto final do projeto de renegociação das dívidas dos Estados com a União. De acordo com ele, além de formar um "dream team" na área econômica, Temer montou um "ministério de notáveis" que garante os votos no Congresso para o governo aprovar as medidas propostas.

Padilha falou de temas econômicos. Voltou a defender a necessidade das reformas da Previdência, trabalhista, tributária e política. “Estamos vivendo um momento histórico decisivo para a organização estatal brasileira. O modelo de estado está falido. É um estado com musculatura muito grande e que esqueceu que veio para prestar serviços à população. Ele defendeu ainda a importância de aprovação de projetos como a regulamentação da terceirização.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, avaliou que a aprovação pela Câmara dos Deputados do Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/16, que trata da renegociação das dívidas dos estados com União, preservou a contrapartida principal apresentada pelo Executivo, que é o teto para o crescimento dos gastos.

“Eu tenho um princípio que se chama foco no resultado. O importante ou relevante para o ajuste fiscal nos estados, assim como da União, é o teto na evolução das despesas públicas nos próximos anos. Este é o [ponto] fundamental. Essa é a essência do ajuste. Uma vez aprovado [o limite de gastos], não só para os Estados, como está em andamento, como para o governo federal, será a primeira vez  em décadas que uma administração vai entregar uma despesa pública como percentagem do PIB menor do que recebeu”, disse Meireles.

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