Gestão e Funcionalismo: conheça as propostas dos candidatos a prefeito de Aracaju
Política 27/09/2016 12h08 - Atualizado em 27/09/2016 14h46

Por Will Rodriguez

Um estudo inédito divulgado pela Folha de S. Paulo e pelo Datafolha, este ano, classificou Aracaju como a segunda capital do Nordeste mais eficiente nos gastos públicos. No entanto, entre os municípios sergipanos, a capital aparece em 12º lugar. Os dados mostram quais prefeituras entregam mais serviços básicos de saúde, educação e saneamento usando menor volume de recursos financeiros.

O último balanço divulgado pela Prefeitura demonstra que  os gastos com pessoal lideraram as despesas e totalizaram R$ 751,2 milhões no 1º quadrimestre de 2016 comprometendo 48,74% da Receita Corrente Liquida, percentual enquadrado no limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) – 51,3%. Em um ano, os gastos do Município com o funcionalismo aumentaram 1,62%¨.

Confira as propostas apresentadas pelos prefeituráveis para a área de Gestão Administrativa e Funcionalismo Público, conforme informações de seus planos de governo.

Dr. Emerson Ferreira (Rede)

O candidato quer tornar públicas todas as informações da administração municipal, os indicadores da cidade e os dados orçamentários através da criação do Banco de Dados Digital Municipal. Para ele, a elaboração e execução do orçamento deve se dar de forma colaborativa. O candidato defende a implantação de parcerias público-privadas como um dos modelos de financiamento para o Município. O médico também pretende, se eleito, criar a ouvidoria do servidor e dar autonomia operacional de órgãos de fiscalização como a Controladoria Geral do Município (CGM)

Edvaldo Nogueira (PCdoB)

Em uma eventual gestão, a chapa de centro-esquerda pretende implantar o projeto Aracaju na Palma da Mão - para aumentar a interação entre o cidadão e a administração municipal; adotar  um Plano de Metas, com alcance de  quatro anos, para monitoramento e avaliação da gestão. O candidato propõe também dar ênfase na educação continuada do servidor e no desenvolvimento de competências para o atendimento e a prestação de serviços com qualidade junto à população e implantar banco de boas práticas, instrumento de registro sistemático e de divulgação das melhores práticas realizadas por servidores, equipes e órgãos municipais.

João Alves (DEM)

Se reeleito, João Alves quer aperfeiçoar os Planos de Cargos e Salários dos servidores; combater a corrupção por meio de auditorias e controle interno; aperfeiçoar a regulação e monitoramento dos serviços públicos; dar transparência aos contratos de serviços terceirizados; desenvolver um processo de planejamento urbano sustentável  e avaliar as concessões e permissões estabelecidas pela prefeitura;

João Tarantella (PMN)

O plano de governo registrado pelo candidato junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE/SE) não apresenta proposta para as áreas de gestão e funcionalismo.

Sônia Meire (PSOL)

A candidata defende ser preciso enfrentar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) como forma de garantir os devidos reajustes ao funcionalismo e reorganizar o orçamento com prioridade para os direitos sociais e pretende revisar as isenções e benefícios a grupos econômicos como forma de evitar a renúncia de receitas.

Valadares Filho (PSB)

Com o objetivo de criar uma gestão participativa, se eleito, Valadares quer criar o Centro de Planejamento Integrado da Cidade a fim de orientar a formulação de políticas públicas a longo prazo; implantar Sistema de Transparência na gestão, permitindo o acesso às informações públicas; incentivar a capacitação profissional dos servidores; revisar as distorções da Lei do Aumento do IPTU; desburocratizar a aprovação de projetos de obras de pequeno porte, a fim de agilizar a regularização da cidade e melhorar a arrecadação e criar o Orçamento Cidadão com participação dos conselhos de bairros.

Vera Lúcia (PSTU)

O plano de governo registrado pela candidata junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE/SE) não apresenta proposta para as áreas de gestão e funcionalismo. 

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