Jackson adia retorno ao governo e pretende pagar servidores todo dia 11
Governador diz que só reavaliará secretariado após o carnaval
Política 12/11/2015 12h27

Da Redação

Motivado pela superstição da sexta feita 13, o governador licenciado de Sergipe, Jackson Barreto (PMDB), adiou o seu retorno ao comando do Estado para o começo da próxima semana.  Em entrevista publicada nesta quinta-feira (12), na coluna da jornalista Rita Oliveira, no Jornal do Dia, JB informa que reassumirá a Administração na segunda-feira (16) quando deve se reunir com o secretariado às 10 horas no Palácio de Veraneio, em Aracaju. Jackson está afastado do cargo há três meses por causa de uma cirurgia no tendão do pé esquerdo.

Entre os pontos de destaque na entrevista está, naturalmente, o parcelamento dos salários dos servidores, promovido pelo governo seis vezes este ano. Para que a situação não se repita, Barreto pretende fixar o dia 11 de cada mês como data para o pagamento do funcionalismo. Isso porque o Estado só tem acesso aos recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) no dia 10. “Faremos o que for possível ser feito. Não atrasamos salário do servidor porque queremos, mas por conta da crise econômica”, observa.

O governador também descartou a possibilidade de promover reformas no primeiro escalão ainda este ano. “Analisarei quais as áreas de atuação estão bem e em quais existe a necessidade de mudar. Só não faço agora nesse final de primeiro ano de governo por conta da crise. Não quero gerar mais problemas para o Estado. Só no próximo ano, após o carnaval, vou reavaliar o governo”, avisa.

Para Jackson, o mais importante é garantir paz, tanto que ele não descarta a possibilidade de acolher o ex-líder da oposição, deputado capitão Samuel (PSL), em seu agrupamento, como vem sendo cogitado por setores na imprensa nas últimas semanas.

“Não vou, de hipótese alguma, opinar de forma contrária. A Assembleia foi muito solidária, compreendeu as dificuldades que o Estado passa. A oposição falou o que tinha que falar e não criou dificuldade. Quem da oposição estiver disposto a vir para o governo não terei nada contra, será bem vindo”, garante Jackson, acrescentando que, no entanto, não cogita o nome do parlamentar para substituir o secretário da segurança pública, Mendonça Prado. “Isso nunca foi discutido nem com ele nem com nenhum deputado”. 

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