Acidentes de moto lideram atendimentos no Huse durante o Carnaval
Cotidiano 20/02/2015 07h41Durante o Carnaval, o Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) atendeu a 1.793 usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), com cumprimento integral das escalas de plantão. O balanço de produção foi realizado desde o primeiro dia da festa até a quarta-feira de cinzas, período em que o número de demandas recebidas foi considerado abaixo do esperado.
Segundo a superintendente Lycia Diniz, durante seis dias comuns seriam contabilizados cerca de três mil atendimentos. “No entanto, houve um decréscimo em relação à expectativa. Mesmo assim, garantimos as escalas completas e assistimos os pacientes da melhor forma possível”, afirma.
A área vermelha do Pronto Socorro atendeu a 24 pacientes. Na ortopedia, foram realizados 208 atendimentos e na sutura, 475 pacientes. Já o Pronto Socorro Pediátrico atendeu 344 pacientes e os plantões de sobreaviso como otorrino e oftalmo, atenderam, respectivamente, 59 e 46 pacientes.
Durante os seis dias de festa, o que mais predominou foi o atendimento a pacientes vítimas de acidentes motociclísticos, que contabilizaram 175 vítimas. Foram atendidas também 20 vítimas de acidente automobilístico, 29 vítimas de arma branca, 22 vítimas de arma de fogo e 19 vítimas de atropelamento.
Nesse período, foram registrados atendimentos de baixa complexidade, entre eles 19 atendimentos a pacientes com algum tipo de alergia, 20 atendimentos de pacientes com diarreia, 35 atendimentos a pacientes com queixa de dor de cabeça, 91 atendimentos a pacientes com febre, 30 atendimentos a pacientes com dor no estômago, entre outros casos de baixa complexidade.
Estrutura
O Huse contou com todo o esquema de atendimento montado para os atendimentos comuns nessa época do ano e com equipes de plantão para garantir a assistência à população sergipana. De acordo com a superintendente do Huse, o planejamento criado na semana anterior ao Carnaval funcionou perfeitamente.
"Ocorreu tudo dentro do esperado. Foi um plantão normal para uma festa como o Carnaval. As escalas dos plantões não contaram com nenhuma ausência de profissionais. Tivemos atendimentos de baixa complexidade na área azul, mas nada que trouxesse desconforto para pacientes, nem para os profissionais", explicou Lycia Diniz.
Fonte: Ascom HUSE
Foto: Ricardo Pinho

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