Acusado de matar policial em Areia Branca morre no Rio de Janeiro
Cotidiano 27/02/2018 09h40 - Atualizado em 27/02/2018 09h58Por Saullo Hipolito*
Um dos responsáveis pela morte do policial militar Adilson Bispo Nunes morreu na tarde desta segunda-feira (26) após uma troca de tiros com a Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro. Segundo a polícia carioca, foram apreendidas com ele uma touca ninja, maconha e 10 munições intactas de calibre 38.
A polícia chegou até o suspeito de matar o policial após o Complexo de Polícia Especializada (Cope) e o Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol) compartilharam informações com a Polícia Militar carioca, que localizou Valdeilson Luiz dos Santos, o Dedé, 36 anos, no bairro Lagomar, em Macaé, interior do Rio.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Dedé reagiu à voz de prisão atirando contra os policiais e foi atingido na troca de tiros. Encaminhado ao hospital local, não resistiu aos ferimentos.
O outro indivíduo foi identificado como Wellington Santos Vieira, vulgo Satanás, e conseguiu fugir do cerco policial.
Crimes
A dupla é responsável por diversos crimes em Sergipe. No dia 22 de outubro passadi, Dedé deflagrou diversos tiros contra o fórum da cidade de Areia Branca. Em 12 de novembro invadiu o Parque dos Falcões e agiu com violência contra os trabalhadores, no município de Itabaiana, matando inclusive diversas aves raras. Já em 28 de dezembro, Dedé, Satanás e outros dois comparsas assassinaram o capitão reformado da Polícia Militar Adilson Nunes e levaram sua arma de fogo.
Dentre esses crimes, a dupla cometeu roubos a veículos e estabelecimentos comerciais. A polícia sergipana vinha fazendo diversas incursões no sentido de capturá-los, o que resultou na fuga da dupla para o estado do Rio de Janeiro.
* Estagiário sob supervisão do jornalista Will Rodrigues.
Fotos: Reprodução/Rede Social

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