Agentes de trânsito pretendem parar por três dias
Cotidiano 09/04/2014 17h59Por Tíffany Tavares
Em reunião realizada na tarde desta quarta-feira (9), a partir das 15h, entre representantes do Sindicato dos Agentes da Mobilidade Urbana (Siamu) e da Superintendência Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT), foi entregue ofício informativo sobre a decisão da categoria, de paralisar as atividades nos próximos dias 14, 15 e 16.
O objetivo da paralisação é pressionar diálogos com a Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA), que, conforme apontam os sindicalistas, tem negado a implantação do Plano de Cargos e Salários dos agentes de mobilidade urbana.
Segundo o diretor do Siamu, Samuel Maurício dos Santos, a categoria exigiu receber a gratificação por periculosidade ou insalubridade, decisão já acertada com o superintendente da SMTT, Nelson Felipe, desde novembro de 2013.
"Agora representantes da PMA negam a gratificação de periculosidade ou insalubridade, mesmo com o parecer favorável da Junta Médica da própria Prefeitura. Nessa reunião veremos a posição do superintendente”, disse.
Samuel informou que a manifestação será realizada em três dias, de 14 a 16 próximos, mas antes, no dia 12, haverá reunião na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), para definição de diretrizes da paralisação.
“Não aceitamos descaso com a categoria. Paralisaremos durante três dias, mas, se nossas reivindicações não forem atendidas, a duração será por tempo indeterminado”, completou.
SMTT
Já o superintendente da SMTT, Nelson Felipe, informou que em momento algum a SMTT foi notificada oficialmente sobre as reivindicações e que na reunião não houve negociação. “As solicitações deveriam ser feitas através da SMTT, assim seriam tomadas as providências junto à PMA. O sindicato veio comunicar a paralisação e não negociar”, afirmou.
Nelson Felipe questionou o procedimento do sindicato, alegando que há oito meses os agentes de trânsito receberam gratificação de 40% do salário, foram comprados equipamentos de proteção individual (EPI) e viaturas novas. “Agora a SMTT tomará providências administrativas e judiciais e criará parcerias talvez com a Guarda Municipal ou Polícia Militar para que a sociedade não seja prejudicada”, acrescentou.

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