Ainda não há suspeitos para a morte do taxista Tarcísio Alves Correia
Sindicato dos Taxistas pede mais rigor na elucidação do caso Cotidiano 09/05/2012 17h04Por Silvio Oliveira
O delegado Luís Carlos Xavier, do Departamento de Homicídio e de Proteção à Pessoa (DHPP) da Secretaria de Estado da Segurança Pública, disse que ainda não há suspeitos para o caso do taxista Tarcisio Alves Correia (52), encontrado morto a tiros dentro do próprio veículo na sexta-feira (04), em um terreno baldio no município da Barra dos Coqueiros (SE).
Por conta da falta de resposta, o Sindicato dos Taxistas de Sergipe (Sintax) cobra das autoridades da Segurança Pública do Estado a elucidação da morte do taxista e faz uma solicitação para que a cúpula da Secretaria de Estado analise possibilidades junto com a categoria, com o intuito de criar mecanismos para levar mais segurança aos taxistas.
Manildo Pinheiro, presidente do Sintax, disse que aguarda a resposta da SSP a respeito da realização de uma possível audiência que trate o ocorrido com o Sindicato, bem como da segurança dos taxistas em Sergipe. “Já são mais de 30 casos de taxistas envolvidos em atos violentos este ano”, informa.
Conforme Pinheiro, os taxistas estão deixando o segundo turno (noite) para trabalhar em outras profissões, já que a insegurança faz com ele eles saiam de casa ao volante e não saibam se vão retornar.
O taxista era conhecido no condomínio onde morava, exercendo a função de subsíndico do núcleo habitacional. Tarcísio deixou a esposa Vera Lúcia Oliveira, presidente do Sindicato dos Profissionais de Ensino do Município de Aracaju (Sindipema), e filhos.

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