ANP recolhe 400 botijões e interdita revendedor em Aracaju (SE)
Três revendedoras foram fechadas e três pessoas presas durante fiscalização Cotidiano 14/03/2018 17h15 - Atualizado em 14/03/2018 17h18Por F5 News
Um revendedor de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de cozinha, autorizado pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), foi interditado e teve cerca de 400 botijões apreendidos nesta quarta-feira (14) em Aracaju (SE).
Segundo o representante da ANP, o proprietário do estabelecimento, na Aruana, Zona de Expansão da capital, é acusado de fomentar o mercado ilegal.
Segundo o especialista em regulação de combustíveis da ANP, Augusto Fábio dos Reis, o proprietário foi preso durante operação realizada hoje pela manhã em parceria com a Polícia Civil, Procon e Instituto Tecnológico e de Pesquisas do Estado de Sergipe (ITPS), quando outras duas pessoas foram presas e os estabelecimentos - um na Atalaia, e outro no Augusto Franco - foram fechados.
Augusto Fábio explicou ainda que um dos revendedores clandestinos apontou quem era o fornecedor. “O local foi interditado e os botijões apreendidos, o proprietário só poderá ter os recipientes de volta quando apresentar nota fiscal de aquisição e autorização comprovando que tenha condição de armazenar com segurança”, afirmou.
Segundo a polícia, além de ser autuado o proprietário responderá administrativamente e, possivelmente, criminalmente, por revender para pessoas que não tinham autorização de comercializar os botijões.
Operação
A operação é o desdobramento de uma série de fiscalizações em estabelecimentos em decorrência da semana do consumidor.
O diretor do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor Estadual (Procon/SE), Andrews Mathews Fernandes, afirma que o compromisso do Procon é garantir os direitos básicos do consumidor, o que inclui a proteção à saúde e segurança, tanto de quem compra em pontos clandestinos bem como da vizinhança.
“Por se tratar de um depósito clandestino, não possui as inscrições estaduais, as liberações do Corpo de Bombeiros, então causam risco à população. O risco de explosão de um botijão é alto e em um local clandestino, essas possibilidades são triplicadas”, reitera ainda o diretor.
Foto: SSP/SE

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