Após pedido do comércio formal, ambulantes do centro serão realocados
Cotidiano 08/04/2015 10h00Por Will Rodrigues
Após diversos pedidos dos lojistas, a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) vai realocar os ambulantes que atuavam no centro comercial de Aracaju. Eles passarão a ocupar um espaço no Mercado Municipal Albano Franco. A decisão faz parte do Plano de Revitalização do Centro e visa desobstruir as calçadas e ruas da região.
A expectativa é de que a medida ofereça mais conforto e menos transtornos aos consumidores, turistas e comerciantes da área. "Esses comerciantes não vão ser retirados de lá e pronto. O prefeito João Alves Filho foi bem claro conosco quando definiu que não ia deixar que famílias fossem prejudicadas. Por isso nós vamos oferecer outro espaço para que o aracajuano possa continuar trabalhando", afirmou o presidente da Emsurb, Edson Leal.
O lugar foi dividido em vários espaços de venda e funcionará das 8h às 17h30. Os ambulantes não precisarão pagar pelo espaço, que é provisório, devendo ser utilizado até a abertura do Camelódromo, que segundo a Prefeitura, está em faze de conclusão.
Os vendedores não serão obrigados a se mudar para o novo local, mas a permanência nas ruas do centro não será permitida. Após a retirada dos ambulantes, o espaço aberto entrará em remodelagem local, passando por recapeamento asfáltico e reposição de iluminação.
A solicitação dos Comerciantes é antiga, pois segundo a categoria, a permanência dos ambulantes na região gerava prejuízos ao comércio. “Eu quero o que é legal, que não prejudique os lojistas. Competir com quem não paga os devidos impostos é desleal, e os lojistas pagam todos os impostos. Para os ambulantes que tem alvará a CDL respeita, mas aqueles que não são legais a gente solicita que sejam retirados”, argumentou Brenno Barreto, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).
“Há aqueles comerciantes de espetinhos, água, refrigerantes, salgados, que precisam, além de um alvará da Prefeitura, de uma autorização da Vigilância Sanitária e nós não sabemos se eles realmente têm, e podem chegar até a prejudicar os próprios consumidores”, completou o presidente da CDL.
Fotos: Sergio Silva/PMA
*Com informações da PMA

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