Aracaju 158 anos. Gente que faz a cidade crescer
Garis, militares, bancários... Aracajuanos que fazem uma cidade melhor Cotidiano 15/03/2013 22h25Por Silvio Oliveira
Garis, margaridas, policiais, seguranças, urbanistas, engenheiros, bancários... Enfim: uma gama de profissionais, por muitas vezes, escondidos aos olhos dos moradores, que trabalham diariamente para deixá-la mais tranquila e melhor de se viver, limpa e agradável para todos. Em seus 158 anos, comemorados, no próximo domingo (17), é por sua gente que Aracaju pontua um crescimento com melhor planejamento e também com melhor condição de vida para a população, fato esse demonstrado através de dados pelo IBGE: Aracaju está entre as melhores rendas per capta do Nordeste, e é a cidade da região que mais ampliou seu potencial de consumo, em 2011, estimado em R$ 8,579 bilhões.
Gente que acorda cedo e movimenta a economia, o transporte. Que faz a cidade se movimentar. Que torna dinâmico o presente e o transforma em melhorias para o futuro.
A
policial militar Djanete Alves Pereira é uma das 505.286 pessoas que moram em Aracaju. Ela poderia passar bem despercebida em meio a todas elas. Mas está a 16 anos na corporação militar e se orgulha de poder proporcionar aos aracajuanos mais paz e tranquilidade.Djanete Pereira confessa que em sua vida profissional nunca se esqueceu de ter dado voz de prisão a um perigoso fugitivo da Justiça, quando estava dentro de um ônibus. “Tinha sonho de ser policial desde criança. Acho que tenho uma missão de ajudar e como policial, tenho a obrigação e vontade se sempre promover cada vez mais segurança”, afirma.
É por essas e milhares de outras pessoas que Aracaju se projeta para o futuro. Por ela trafega 47% da frota total de veículos de Sergipe. Também é responsável por praticamente maior parte do comércio do estado e 30% da corrente de comércio de exportações dos produtos mais importantes. E para manter todo esse sistema de comércio, gente, tráfego de veículos, há quem tenha que pensar na limpeza da cidade.
Ednaldo dos Santos, há 20 anos exercendo a atividade de serviços gerais em uma empresa de limpeza pública, é um deles. O jovem explica que não deixaria de fazer o que faz por nada, por entender que a cidade precisa dele. “Deixo a cidade limpa. Me orgulho. Não estudei. Gosto de fazer o que faço”, confessa.
Mércia Melo, auxiliar de serviços gerais, varre a Praça Olímpio Campos todos os dias e diz gostar muito do que faz por deixar a cidade mais bonita e limpa. Com um salário liquido de cerca de R$ 400, ela demonstra o amor por Aracaju ao afirmar que não a deixa por lugar nenhum do mundo, mesmo tendo que cumprir uma tripla jornada como costureira, para complementar a renda.
Perguntada se deixaria de fazer a atividade que faz, ela respondeu com uma gargalhada: “Não. O que seria dessa praça se não fosse meu serviço? Não vinha nenhum turista”, respondeu mostrando que são pessoas como ela que faz Aracaju prosperar.
Foto: Sílvio Oliveira

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