Assassinato do capitão Oliveira completa uma semana e segue sem respostas
Cotidiano 11/04/2018 13h30 - Atualizado em 11/04/2018 13h30Por F5 News
Uma semana se passou desde que o capitão da Polícia Militar Manoel Oliveira foi assassinado no alto sertão de Sergipe, na noite do dia 4 de abril. O crime comoveu o estado e ganhou repercussão nacional. Autoridades estaduais montaram uma força-tarefa para dar celeridade à elucidação do caso. Apesar do esforço, a polícia ainda não chegou aos autores da execução.
Nesta quarta-feira (11), o portal F5 News procurou a Secretaria da Segurança Pública (SSP) para saber sobre os avanços da investigação, que corre em sigilo, sob a coordenação do delegado Dernival Eloi, diretor do Complexo de Operações Especiais (Cope).
“A polícia tem recebido muitas informações via Disque Denúncia, seja através do 181 ou pelo aplicativo Disque Denúncia SE, e as investigações são prioritárias”, afirmou a pasta.
O oficial, que comandava o pelotão da Caatinga desde sua fundação há dez anos, foi morto em uma rodovia entre os municípios de Monte Alegre e Porto da Folha, no momento em retornava para casa. O carro do capitão Oliveira foi alvejado por cerca de 50 tiros, conforme a Polícia Criminalística, dos quais 12 atingiram o militar, que faleceu ainda no local.
Um dos carros usados pelos criminosos foi localizado carbonizado horas após o crime na região do município de Porto da Folha. Para a cúpula da Segurança, assim como para familiares do capitão Oliveira, não há dúvidas de que o crime esteja relacionado à sua atuação no combate ao crime organizado na região.

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