Candidatos questionam resultado de processo seletivo da PMA
Cotidiano 14/12/2017 14h02 - Atualizado em 14/12/2017 19h49Por Fernanda Araujo
Profissionais farmacêuticos que participaram do Processo Seletivo Simplificado para a Contratação Temporária de Profissionais de Saúde na Prefeitura de Aracaju questionam um suposto resultado final que saiu na quarta-feira (13). O processo foi realizado em novembro para áreas da saúde e alguns cargos administrativos.
Os candidatos afirmam que houve falha e possivelmente “direcionamento” no resultado final. Pelo menos onze pessoas foram à Prefeitura, na Secretaria de Planejamento (Seplog), nesta quinta-feira (14) para tentar entrar com recurso. Concorreram profissionais da saúde com vagas para farmacêuticos, enfermeiros, médicos, técnico de enfermagem e nutricionista, entre outros.
Segundo uma candidata para vaga de farmacêutico, que preferiu não ter seu nome divulgado, um grande número de pessoas nas primeiras colocações foram desclassificadas, além de diversas pessoas com pontuação zerada estarem na lista de classificação.
“Identificamos esse caso no nosso cargo, de farmacêutico. A princípio foram 25 vagas para farmacêutico, mas chamaram 36. Só nessa lista foram pelo menos umas dez pessoas que estavam nas primeiras colocações, mas foram desclassificadas. Muita gente que estava depois do 100º lugar entrou”, disse ao F5 News.
A assessoria da Seplog, no entanto, afirma que houve um equívoco de interpretação. Segundo o assessor Hugo Sidney, a lista divulgada ontem ainda não corresponde ao resultado definitivo do processo seletivo, que só deve ser publicado no próximo dia 22.
Ainda de acordo com a assessoria, alguns candidatos estavam com documentação em desacordo com o edital ou não comprovaram os títulos que foram informados no momento da inscrição, a exemplo de doutorados e mestrados, o que influenciou na pontuação da pré-classificação.
No caso de candidatos de enfermagem, por exemplo, em que a carteirinha do Coren estava desatualizada, esses serão contemplados com recurso desde que comprovem que estavam adimplentes e registrados no Conselho no período de inscrição.
“O que ocorre, infelizmente, é que muitos candidatos não atentam para os critérios do Edital. A maioria não procura saber o que realmente ocorreu para a sua reclassificação ou desclassificação e começa a fazer errôneo juízo de valor sobre o processo. Pela primeira vez, estamos permitindo que todos os candidatos, se assim desejarem, tenham acesso aos autos do processo. O candidato vai saber qual o motivo da desclassificação ou redução da pontuação. A partir daí, se for pertinente, podem entrar com o recurso devidamente fundamentado. Tudo feito de forma técnica e transparente”, conclui a Seplog, informando ainda que hoje e amanhã é o prazo para pedir vistas.

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