CCZ monitora casos de leishmaniose visceral nos conjuntos Médici I e II
Cotidiano 10/11/2014 18h20

A ocorrência de três casos humanos de Leishmaniose Visceral nos conjuntos Médici I e II motivou o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Aracaju a reforçar as ações de combate e prevenção contra o mosquito transmissor da doença o Flebotomíneo conhecido como mosquito de palha, birigui, asa branca entre outros nomes. De hoje (10) a 12 de dezembro, moradores da região estão recebendo visitas de agentes do CCZ.

Os agentes realizam ações como levantamento de informações para notificar ambientes propícios ao vetor da doença, investigação de focos do mosquito através da colocação de armadilhas para captura do inseto e aplicação de inseticida em áreas de risco. Além disso, é feita a coleta de amostra de sangue canino para exames laboratoriais.

Quem já recebeu a visita tem elogiado a forma diligente com que as equipes de agentes de endemias do CCZ têm atuado para evitar a proliferação da doença. Este é o caso José Amabel que acredita na importância do cuidado preventivo. “É um beneficio para a comunidade. Faço questão de colaborar, pois cabe a todos nós também nos educarmos e ajudarmos nesse combate. Temos famílias residindo aqui no conjunto e vejo que é um trabalho importante que está sendo feito para preservação da saúde de todos”, disse.

A cada abordagem feita junto aos moradores, os profissionais realizam ações de educação em saúde para orientar a população. Conforme o supervisor das ações em campo, Edvaldo Vieira dos Santos a ocorrência de mais casos da doença podem ser facilmente prevenidas. “São formas básicas de prevenção ações simples como manter quintais e terrenos limpos e livres de entulhos e de acúmulo materiais orgânicos em decomposição como folhas secas e vegetações”, afirmou, pontuando que o CCZ continua investigando a fonte de infecção.

O Flebotomíneo, mosquito transmissor da leishmaniose, vive em lugares com pouca luz, úmidos, sem vento e que tenha plantas, a transmissão se dá quando o mosquito fêmea se alimenta do sangue do cão infectado, introduzindo a Leishmania em outro animal ou em um humano. 

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