Comidas típicas mantêm tradição e trazem lucro para vendedores no Arraiá do Povo
Cotidiano 27/06/2017 11h18No Arraiá do Povo não faltam opções para experimentar a farta gastronomia típica junina e se imaginar em uma tradicional festa de interior do Nordeste. Além de enaltecer a cultura local, a venda de comidas típicas beneficia os vendedores dessas delícias tradicionais e aquece ainda mais os dias de festa.
Mugunzá, bolo de milho, canjica, milho cozido, pamonha, arroz doce, pé-de-moleque, saroio, cocada, bobó, beiju molhado, amendoim, licores dos mais diversos sabores, e diversas outras iguarias. Enfim, tudo o que há de mais gostoso na vasta culinária junina de Sergipe pode ser encontrado nas barracas de comidas típicas, que são um dos locais mais visitados pelos turistas e nativos que fazem questão de se deliciar antes de cair na festa.
Pela primeira vez em Aracaju, o turista paulista, Adenilson Honório, ficou surpreso com os sabores que provou. “A comida aqui é muito mais gostosa do que a gente imagina. De tudo que experimentei, o que mais gostei foi da macaxeira, que aqui é preparada de maneira especial. Estou maravilhado com a variedade de comidas”, revelou.
Em uma das barracas do evento e com um belo sorriso no rosto, a assistente social, Jussara Santos, aproveita o período para fazer uma renda extra. “Esta é uma oportunidade boa para ganhar dinheiro e também aproveitar a festa, mostrando aos turistas o que a gente sabe fazer de melhor”, diz Jussara, revelando ainda ser fiel a qualidade de seus produtos.
Pelo décimo ano participando do evento, a vendedora Neuma Melo comemora o resultado das vendas até o momento. “Todos os anos participo e acho lindo ver a importância que os turistas dão à culinária do nosso nordeste. É muito bom poder propiciar alegria às pessoas através da nossa comida que é preparada com muito amor. A canjica, o arroz doce e o mugunzá são os mais vendidos aqui”, conta.
São muitas as opções que enchem os olhos e a boca de quem vê e come. Segundo a funcionária pública, Ana Lúcia, não tem como não fugir da dieta nessa época do ano. “São tantas delícias que fica difícil resistir e fácil explicar o porquê nós nordestinos amamos tanto essa época do ano”, disse.
Independente do prato favorito de cada um, a ordem principal do Arraiá do Povo é se divertir e aproveitar tudo que a culinária tem a oferecer. Este ano, a festa segue até o dia 30 de junho, reunindo mais de 50 atrações entre artistas e bandas sergipanas, nordestinas e de destaque nacional, quadrilhas e grupos folclóricos, selecionadas via edital.
5ª noite de forró
Além das delícias juninas, o público pôde conferir a quinta noite de atrações na Orla de Atalaia. Forró, xote, baião e quadrilha deram o tom do arrasta-pé. A Quadrilha Junina Meu Sertão iniciou a programação da noite de segunda-feira, cativando todo o público presente com suas belas coreografias. A Quadrilha Junina Balança Mais Não Cai também fez bonito e levantou a galera. O evento trouxe ainda grandes artistas sergipanos como Fernando Crateús, Luiz Fontineli e Virginia Fontes.
O evento foi encerrado pelo compositor e instrumentista pernambucano Cezinha, herdeiro artístico do inesquecível Dominguinhos. “O forró tradicional é a arte do abraço. Hoje fizemos um show voltado à cultura popular, resgatando nossos maiores ídolos, como Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Marinês, Sivuca e tantos outros”, ressaltou o artista.
Fonte: Secult

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