Na oportunidade do crime, Felizardo manteve contato com a vítima por meio de um anúncio de venda de uma valiosa residência em Aracaju, passando-se por interessado na compra. Após o contato, na manhã do dia do crime, o indivíduo, na companhia de uma jovem que simulava ser sua companheira, foi recebido pela vítima a fim de conhecer a residência. Quando o casal acessou o interior da casa, Felizardo sacou uma arma anunciando o assalto, viabilizando a entrada de Madson, o terceiro suspeito a participar da trama criminosa.
Insatisfeitos com o resultado negativo das buscas por dinheiro e objetos de valor na residência, a jovem, identificada apenas como Juliana, manteve reféns a esposa e um filho do casal, enquanto seu marido foi levado pelos outros dois indivíduos até uma loja de veículos, onde venderam a caminhonete das vítimas.
O valor foi transferido para uma conta bancária da vítima que foi levada até à agência respectiva e, sob coação e ameaças, vendo sua esposa e filho reféns, sacou a quantia de R$ 65.000,00 e entregou a Madson, que o acompanhava. Após o saque do valor na agência bancária, os suspeitos retornaram para a residência onde sedaram, amarram e trancaram as vítimas em um cômodo para que não pedissem socorro e empreenderam fuga.
As investigações apontaram inicialmente para Madson, taxista em Maceió, e que já respondeu por homicídio. A partir das imagens do seu histórico criminal em Alagoas, foi realizado exame de Identificação Facial Forense pelo IML/SE, comprovando se tratar do indivíduo que acompanhou a vítima até a agência bancária para efetivação do saque.
Na sequência, Felizardo foi identificado, condenado por assalto a mão armada no Distrito Federal, assalto a residência em Goiás, perpetrado de forma semelhante ao caso em Aracaju, e por tráfico de drogas em Pernambuco, onde respondeu ao processo com nome falso de Sandro dos Santos e atualmente cumpre pena em regime aberto com esta identificação falsa gerada a partir da compra de uma CNH ideologicamente falsa.
Presos em suas residências na cidade de Maceió, com o apoio do GAECO/AL – Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, ambos confessam a autoria do crime, apontando uma usuária de drogas não identificada, como terceira coautora responsável pelo aluguel do carro usado pelo trio na empreitada criminosa.
Felizardo, mentor do crime, alega que após ser preso por tráfico de drogas em Pernambuco no ano de 2015, passou a ser ameaçado pelo proprietário do entorpecente que restou apreendido.
Os presos permanecem na custódia do COPE até a conclusão do Inquérito Policial em 10 dias.
Fonte: SSP/SE

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