DAGV investiga suspeita de estupro contra rapaz em Aracaju
Crime teria ocorrido na última terça por suposto técnico de telefonia Cotidiano | Por Fernanda Araujo 14/02/2019 10h07 - Atualizado em 14/02/2019 11h15Um caso suspeito de estupro contra um adolescente está sob investigação do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV), em Aracaju, após a vítima ter denunciado o crime. A violência sexual teria ocorrido na última terça-feira (12) contra o rapaz de 17 anos em um bairro da capital sergipana.
A vítima, abalada, foi ao DAGV e registrou um boletim de ocorrência. Apurado pelo F5 News, a suspeita é de que o ato foi praticado por um técnico de uma empresa de telefonia, que aproveitou o momento da prestação de serviço na casa do adolescente e cometeu o estupro.
A delegada Roberta Fortes, que preside o inquérito, ainda não confirma a suspeita. Segundo ela, mais detalhes não devem ser repassados para não atrapalhar as investigações. “É um caso delicado e ainda não pode ser divulgado”, diz.
Ainda de acordo com a delegada, o suspeito já foi identificado e ainda deve ser chamado para depor nos próximos dias.
O adolescente foi ouvido pela Polícia Civil e passou por exames no Instituto Médico Legal e na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes. Dois familiares dele também prestaram depoimento. O DAGV aguarda o laudo dos exames para dar prosseguimento às investigações. A previsão é que o inquérito seja concluído em 30 dias.
Casos registrados
O DAGV de Sergipe instaurou a cada dois dias um novo procedimento para investigar crimes sexuais na região metropolitana de Aracaju em janeiro deste ano. Ao todo, 14 denúncias foram convertidas em inquéritos até o dia 30 do mês passado. Em todo o ano passado, 94 investigações foram iniciadas pela unidade especialida da Polícia Civil.
Um dos casos mais recente registrado, foi o de um menino de dois anos de idade que teria sido abusado pelo padrasto, dentro de casa, no conjunto Bugio, zona oeste da capital, na madrugada do dia 27 de janeiro. A mãe do garoto foi encontrada desacordada e levada para o hospital em coma e a criança com sinais de violência. O suspeito negou o crime. O inquérito foi concluído com o indiciamento do padrasto e remetido à Justiça.

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