Delegado geral garante envolvimento de taxista com criminosos
Cotidiano 10/11/2015 20h06Na tarde desta terça-feira (10), o Delegado Geral da Polícia Civil, Everton Santos (foto), concedeu, em seu gabinete, entrevista à imprensa sobre a ação policial realizada pelo Complexo de Operações Policiais Especiais da Polícia Civil (Cope), no último final de semana, no município de Gararu, sertão de Sergipe.
Segundo o delegado Everton Santos, as investigações tiveram início em outubro, quando agentes do Cope tomaram conhecimento sobre o planejamento de sequestro a um gerente de uma agência bancária situada no interior do Estado. “De posse dessas informações, acionamos o apoio dos agentes do Dipol, que após minuciosa investigação descobriram que o delito ocorreria no município de Gararu. Constatamos que os três indivíduos já tinham estado na cidade em um táxi de placa de São Cristóvão e no domingo voltaram para o município", explica.
Com a confirmação das informações, os policiais civis saíram em diligências na madrugada do domingo, no intuito de localizar e evitar a ação dos suspeitos, quando, durante uma barreira montada em Gararu, o trio, que estava no interior do mesmo veículo táxi investigado, não obedeceu à ordem de parada dada pelos policiais, dando início a uma perseguição.
No confronto, os três indivíduos foram alvejados e encaminhados ao Hospital de Propriá, mas acabaram não resistindo aos ferimentos, vindo a óbito. Sobre a liberação dos corpos para o sepultamento, o delegado geral informou que “eles só puderam ser liberados pelo Instituto Médico Legal na segunda-feira, pelo fato das investigações do caso estarem em andamento”.
Ainda de acordo com o delegado Everton Santos, tanto Cláudio quanto Jhonatan já tinham passagem pela polícia. “O Cláudio já tem várias passagens, inclusive é conhecido por praticar diversos roubos a agências bancárias no Nordeste, saindo do sistema penitenciário no dia 16 de outubro”, enfatizou.
Sobre o envolvimento do terceiro suspeito, o taxista Isaías, o delegado geral afirma que, apesar de não possuir passagem pelo sistema criminal, havia provas concretas de sua participação no caso. "Averiguamos que o taxista sabia para onde estava indo, com quem e o que fazer. Temos dados efetivos de que esse veículo circulou pela cidade de Gararu fazendo o reconhecimento do ambiente e colhendo informações sobre o gerente da agência bancária. Isaías também havia participado da reunião, onde foi planejado o sequestro do funcionário", conclui.No interior do veículo, foram encontradas três armas de fogo que possivelmente seriam utilizadas na ação. O Cope vai continuar as investigações no sentido de elucidar o caso.

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