Desmonte do navio H. Dantas deve ser concluído em novembro
Cotidiano 06/04/2018 19h32

Há dez anos que ele faz parte da paisagem de Aracaju. Ancorado num estaleiro do município de Barra dos Coqueiros desde 2008, sendo facilmente visto por todos que cruzam a Avenida Ivo do Prado, na região Central da cidade, a sucata de um navio graneleiro da empresa H. Dantas começou a ser desmontado em 2016, mas, após um incêndio ocorrido no mesmo ano, o trabalho de desmonte foi interrompido pela Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), para regularização das condicionantes. 

Na última quinta-feira (05), os técnicos da Adema voltaram a vistoriar o serviço. A ação foi mediante a uma provocação do Ministério Público Estadual (MPE) que solicitou informações atualizadas sobre os trabalhos executados na embarcação e, também, os possíveis danos ambientais. “A empresa que realiza o desmonte entrou com processo de autorização ambiental em 2016. Este tipo de processo estabelece o prazo de um ano para conclusão do desmonte. Tudo precisava seguir os procedimentos legais. Contudo, percebemos algumas irregularidades na execução do serviço”, explica o engenheiro químico da Subgerência de Projetos de Atividades da Cadeia do Petróleo (Supap) da Adema, Benjamim Reis. 

“A demora na conclusão do desmonte tem relação direta com complexidade do tipo de serviço desenvolvido e pelo rigor que temos com o cumprimento das condicionantes ambientais. Uma delas foi a retirada de óleo do navio por parte da empresa responsável pelo desmonte. Isso acarretou na interdição do serviço por alguns meses, até que o material inflamável fosse retirado em sua totalidade”, complementa.

Após este período, a empresa recebeu uma nova autorização para conclusão do serviço e, assim, pode retomar as atividades. “Solicitamos a regularização das condicionantes e, após apresentação de todas as exigências, renovamos a autorização para mais um ano - vencendo em novembro deste ano”, afirma.

O desmonte tem seguido uma rotina de acompanhamento por parte da Adema e o empreendedor tem enviado relatórios da operação bimestralmente. “A próxima etapa será a retirada da embarcação do rio para concluir o desmonte em terra. E o material retirado não pode, em hipótese alguma, ficar acumulado. Isso porque, dentro das condicionantes, foi decidido que, a cada peça retirada, o material metálico tem destinação imediata”, finaliza.

 

Fonte: Ascom Adema

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