Detentos sergipanos poderão fazer testes de HIV
Cotidiano 20/07/2015 13h40Internos do sistema prisional de Sergipe farão testes de HIV. Esta será uma ação conjunta da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Secretaria de Estado da Justiça e Defesa do Consumidor (Sejuc), em parceria com os municípios sedes de presídios. O objetivo é não deixar que a doença espalhe entre a população carcerária e diagnosticar os casos precocemente para iniciar o tratamento o quanto antes.
Nos detentos serão feitos dois tipos de exames para diagnosticar o HIV: o Teste Rápido, a partir da coleta do sangue na ponta do dedo, e o de Fluído Oral. O Teste de Fluído oral foi disponibilizado para o Ministério da Justiça através de uma parceria com o Ministério da Saúde (MS). Os exames serão realizados no sistema penitenciário de todos os Estados brasileiros.
De acordo com o gerente do programa Estadual DST/AIDS, Almir Santana, o Teste de Fluído Oral é uma tecnologia disponibilizada pelo MS para triagem dos casos. “O Teste de Fluído Oral identifica anticorpos do HIV a partir do material colhido na boca da pessoa. O resultado sai em até 30 minutos e pode ser analisado a olho nu. Em caso de positivo, o resultado precisa ser confirmado. O Teste Rápido com coleta de sangue é considerado diagnóstico e não precisa de confirmação, por isso, os casos positivos do Fluído Oral farão o outro Teste para confirmação”, explicou Almir Santana.
Os municípios que participarão da ação serão: Aracaju, Areia Branca, Nossa Senhora da Glória, São Cristovão e Tobias Barreto.
“Ainda este mês, técnicos da SES realizarão uma visita aos presídios para conhecer a estrutura de cada um deles e fazer a mobilização para realização dos exames. Ainda será feita uma capacitação com profissionais da Atenção Básicas dos municípios para aplicação do Teste de Fluído Oral”, disse o gerente do programa DST/AIDS da SES.
“Estudos realizados a nível mundial mostram que a prevalência do HIV na população em geral é de 0,6% e que na população carcerária chega a ser dez vezes maior. Isso mostra que essa população é considerada uma das mais vulneráveis ao HIV e outras DSTs”, complementou Almir Santana.
Fonte: Assessoria de Comunicação SES

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