Diretor do IML acusa presidente do Sinpol de provocar tumulto
Cotidiano 21/05/2014 09h39Por Marcio Rocha
Nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (20), houve um chamado para a Polícia Militar, para conter um suposto tumulto que teria acontecido na porta do Instituto Médico Legal (IML), durante a manifestação dos policiais civis em greve.
Segundo informações, o tumulto teria sido provocado por alguns dos grevistas que não aceitaram ver colegas trabalhando, acusando-os de não querer participar do movimento grevista. Durante a confusão, um homem passou mal e entrou em estado de choque ao ver os funcionários sendo agredidos verbalmente por colegas policiais.
O presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Antônio Moraes, nega que tenha havido invasão do IML e disse que a manifestação é pacífica e não há intenção de prejudicar o andamento dos serviços. Moraes questionou a direção do IML ser realizada por um oficial militar, que deveria estar nas ruas exercendo função de polícia ostensiva. Moraes disse que o diretor militar é um oficial mal-intencionado.
Ouvido pela reportagem F5 News, o diretor do órgão, major Gledson Lima Alves, disse que chamou a polícia para conter um tumulto que os policiais civis estavam fazendo. Segundo Lima Alves, os grevistas invadiram o IML e começaram a ofender os funcionários que estavam trabalhando. Alves confirmou que um homem passou mal e foi socorrido pelo SAMU. Após o socorro do homem em estado de choque, segundo o major, os policiais civis se retiraram das dependências do IML e começaram a ofendê-lo na porta do local. Lima Alves atribuiu as ofensas e o tumulto provocado ao presidente do Sinpol, Antônio Moraes. Segundo ele, as pessoas que lá estavam viveram momentos de pânico.

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