Entidades discutem nova área para realização do Pré-Caju 2014
Circuito marítimo seria uma sugestão de novo espaço Cotidiano 24/01/2013 15h47Por Sílvio Oliveira
Diversas entidades civis que compõem o Fórum em Defesa da Grande Aracaju se reunirão às 18h30 desta quinta-feira (24) na sede da Central Única dos Trabalhadores, em Aracaju, para planejarem uma séria de atividades com o intuito de mostrar que a avenida Beira-Mar não é apropriada para realização do Pré-Caju. Na oportunidade, também será discutido o limite entre os municípios Aracaju/São Cristóvão.
Conforme José Firmo, um dos integrantes do Fórum, desde 2012 que o Fórum trouxe à tona que a avenida Beira-Mar não comporta ficar quatro dias estagnada, inclusive enviando um parecer a Câmara Municipal de Aracaju para mudança da lei que municipal que concede à Associação Sergipana de Blocos de Trios (ASBT) o direito de escolher o local da prévia carnavalesca. “É uma lei bastante permissiva e liberal. A ASBT pode escolher o local, a data e demais itens. A sugestão é alterar o artigo”, disse.
José Firmo informou ainda que o Fórum não é contra a realização da festa, nem quer discutir como ela é feita. Apenas está se preocupando com o caráter de mobilidade urbana, já que enquanto é realizada, as avenidas e ruas no entorno da Beira-Mar sofre com o evento.
Circuito marítimo
O Fórum em Defesa da Grande Aracaju observa que o circuito da Orla de Atalaia e avenida José Sarney seria uma saída para a realização da festa, a exemplo como ocorre no carnaval da Barra, em Salvador. “Avenidas como a Tancredo Neves, a Hermes Fontes, a Rio de Janeiro não podem ficar quatro dias congestionadas”, afirmou.
Segundo o Fórum, durante os 30 dias que antecedem, e nos 30 dias posteriores à montagem e desmontagem da estrutura do evento, há estrangulamento das vias, além da pista de rolamento, dos passeios, pontos de ônibus e ciclovias ficarem interditadas por dois meses.
“Queremos discutir e envolver a Câmara dos Vereadores, o prefeito de Aracaju e a ASBT. Juntos vamos achar a solução e um outro local, mas sabemos que na Beira-Mar não se pode mais ficar”, afirmou.
Foto: Sílvio Oliveira

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