Escolas públicas correm risco de greve dos vigilantes
Capitão Samuel cobra, junto com servidores, os 30% de periculosidade Cotidiano 13/01/2014 10h07Por Laís de Melo
Uma manifestação dos vigilantes públicos de Sergipe aconteceu em frente à Procuradoria Geral do Estado (PGE) na manhã desta segunda-feira (13) com o objetivo de cobrar o direito, dado pela Lei 12.740, sancionada em dezembro de 2012, do pagamento dos 30% de periculosidade que está sendo negado através de um parecer contrário feito pela PGE.
O deputado Capitão Samuel Barreto (PSL), que estava presente na manifestação e acompanha a luta dos servidores, acredita que o governo do Estado não quer pagar essa bonificação. “A PGE é advogada do governador, faz o que ele manda. Quando é para um parecer que interesse ao governo, ela dá. Então, na verdade, esse parecer dos 30% interessa ao governo não pagar ao trabalhador”, ressaltou.
Sendo assim, o deputado acrescentou que os alunos de escolas públicas estão correndo o risco de sofrerem uma greve no início do ano letivo pela ausência dos vigilantes. “O governador é que tem que determinar a PGE que faça um parecer favorável. Enquanto isso nós nos movimentamos, a classe pode chamar uma greve se não for atendida. Sem vigilante, a escola não funciona, principalmente à noite. Com vigilante os professores estão sendo assaltados dentro dos colégios, imagine sem”, concluiu.
Além disso, de acordo com o líder da comissão organizada desses trabalhadores, José Ferreira Júnior, a classe também está na luta por um reajuste salarial que não acontece desde 2012. “O salário mínimo já foi para R$ 724,00 e o nosso salário base continua R$ 629,00. Precisamos desse reajuste também”, disse. No dia 24 deste mês essa comissão irá se transformar em um sindicato específico dos vigilantes.

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