Família de idosa morta suspeita de erro médico
Médico é acusado de aplicar insulina, mesmo avisado da alergia Cotidiano 02/07/2012 11h10Por Márcio Rocha
A morte da servidora pública municipal Anailde Vieira dos Santos, 61 anos, foi dada no Instituto Médico Legal (IML) como ocorrência de causa indeterminada. A idosa havia passado mal em sua residência, no conjunto Fernando Collor, em Nossa Senhora do Socorro e foi removida para atendimento médico pela filha, Ana Cristina, moradora da cidade de Angra dos Reis/RJ, que estava passando uns dias em sua casa.
Segundo Ana Cristina, sua mãe foi levada ao hospital José Franco, na própria cidade, quando lá foi constatado por um exame de glicemia o aumento de glicose na idosa, que era diabética. Ao perceber a taxa alta, os familiares de Anailde informaram que a idosa era alérgica a insulina e não poderia tomar a medicação.
De acordo com o boletim de ocorrência prestado na Delegacia Plantonista, o alerta foi ignorado pelo médico de plantão e este lhe injetou uma dose de insulina. Anailde passou mal e morreu na unidade hospitalar poucos minutos depois. Inconformada, a família impediu que o atestado de óbito fosse dado pelo hospital, solicitando a transferência do corpo para o IML.
Ao chegar à delegacia para prestar queixa, Ana Cristina foi surpreendida pelo médico que prestou o atendimento e injetou a insulina na funcionária pública. O médico prestou queixa por ameaça. Inclusive, ao sair do hospital, o médico pediu a escolta de policiais militares, temendo reação dos familiares pela morte da paciente.
Em caso de reação Alérgica à insulina, o paciente pode sofrer um choque anafilático ou uma parada cardiorrespiratória e morrer. Anailde foi enterrada no cemitério da sede municipal de Nossa Senhora do Socorro na manhã desta segunda-feira (02).

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