Famílias lotam cemitérios para lembrar seus mortos
Cotidiano 02/11/2014 20h00Por Elisângela Valença
Milhares de famílias lotaram os cemitérios sergipanos para lembrar seus mortos neste domingo (2), Dia de Finados. Em alguns, a rua de acesso à entrada principal foi isolada e as ruas do entorno ficaram com trânsito lento. Barracas de lanches, flores e velas lotaram as calçadas dos cemitérios.
Apesar de o Dia de Finados lembrar que a morte significa separação ou fim, não é desta forma que as pessoas encaram o dia. “O Dia de Finados é como qualquer data comemorativa, como Dia das Mães, Dia dos Pais tem uma data, mas o amor é diário. Todo dia é dia de amar a mãe, o pai, os que já se foram. Este é um dia de amor. A vida acaba fisicamente, mas a gente sabe que eles estão bem”, disse Lívia Monteiro, aposentada.
O irmão de Lívia, o autônomo Túlio Monteiro, também pensa da mesma forma. “Neste dia, eu me sinto mais perto espiritualmente, mas todos os dias reflito sobre os que se foram, as lições que nos deixaram e o amor que permanece apesar da morte”, opinou.
“Este é um dia que renova a esperança, que nos lembra que os nossos entes queridos se encontram na glória de Deus. O cristão não vê a morte como fim, mas como o início da vida eterna”, disse padre Paulo Lima, que celebrou missas no Cemitério São João Batista.
Missas
A Arquidiocese de Aracaju montou uma programação com missas nos cemitérios durante todo o dia de hoje desde as primeiras horas da manhã. As paróquias também tem programação alusiva ao Dia de Finados.

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