Fornecimento de medicamentos do Case está sendo normalizado
Há três meses relatório apontava a falta de 25 tipos de medicamentos Cotidiano 06/08/2018 15h42Há cerca de três meses, um relatório semanal apontava a falta de 25 tipos de medicamentos fornecidos pelo Centro de Atenção à Saúde de Sergipe (Case). Após um trabalho de planejamento, essa realidade começou a mudar e atualmente a Secretaria de Estado da Saúde (SES) está com a programação de aquisição de medicamentos fechada, o que quer dizer que todos os itens dispensados pelo órgão foram comprados.
As compras realizadas garantem a dispensação dos medicamentos durante todo este ano de 2018 e os primeiros meses de 2019, segundo informou a coordenadoria de Compras da SES, Érica Poderoso, acrescentando que sete itens que estão em falta no Case já foram comprados e sua chegada à Central de Abastecimento de Insumos e Medicamentos (Cadim) está sendo esperada para o início deste mês de agosto, regularizando praticamente em 100% a dispensação dos produtos.Esta é a meta do governo estadual, segundo atesta o secretário da Saúde, Valberto Lima. “Estamos conseguindo regularizar uma situação crítica que encontramos. Quando assumimos, recebíamos relatório semanal apontando 25 itens em falta ou para faltar a qualquer momento. Trabalhamos para reverter esse quadro que deixava uma parcela da população desassistida”, disse Valberto Lima.
O secretário destacou que alguns medicamentos são importados e, por isso, a SES enfrenta dificuldade para comprá-los. “Não é questão de pagamento. É que muitas vezes até mesmo os fornecedores estão sem estoque. Então a gente paga pelo produto e fica esperando pela entrega que chega a 10 ou 15 dias”, explicou.
Valberto Oliveira garantiu que é meta do governo renovar o estoque de medicamentos no menor tempo possível para evitar o desabastecimento. Quanto às empresas que se recusam a trabalhar com a Secretaria de Estado da Saúde ele informou que o setor jurídico encaminhou a situação para a Procuradoria Geral do Estado (PGE) para que elas sejam enunciadas na Justiça.
Fonte: Ascom SES

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