Fórum de Pesquisa de Gênero abre espaço para debate entre pesquisadores
Cotidiano 21/02/2013 19h30Por Sílvio Oliveira
A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Sergipe, realizou nesta quinta-feira, 21, em Aracaju (SE), a primeira reunião do Fórum de Pesquisa de Gênero, que tem o objetivo de ser um espaço multidisciplinar de divulgação de saberes e discussão sobre as temáticas relacionadas ao gênero.
A proposta do Fórum é contemplar as pesquisas desenvolvidas em Sergipe, dentro e fora da academia, estimulando o ambiente de fomento e aprofundamento científico. “Pretende contribuir para debate teórico-metodológico, relacionado às questões de gênero, buscando promover a integração entre diferentes pesquisadores e temas pesquisados, facilitando o intercâmbio, a divulgação e a socialização”, afirmou Adélia Moreira Pessoa (foto abaixo), coord
enadora da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher-OAB/SE.O Fórum é coordenado por um comitê técnico-científico e pretende reunir os membros de três em três meses. Os temas de pesquisa são sete: Gênero e Direitos Humanos; Gênero e Trabalho; Relações de Gênero, Identidade e Cultura; Gênero, Memória, Identidade e Cultura; Gênero, Poder e Políticas Públicas; Gênero e Literatura; Gênero e Meio Ambiente; Gênero, Cidadania Feminina, Acesso à Justiça e Violência contra a Mulher.
Na primeira reunião, a pesquisadora Mirian Coutinho de Farias Alves (foto abaixo) discutiu o resgate de 80 pesquisas de gênero realizadas no ambiente acadêmico desde a década de 80. “Minha contribuição é resgatar as pesquisas de gênero que já foram elaboradas e dizer que Sergipe tem uma história em pesquisas de gênero. O Fórum amplia o conhecimento sobre a questão da mulher e cidadania feminina no estado”, explicou.
Mirian Coutinho destacou que cada tema aborda uma complexidade, a exemplo do Gênero
e Trabalho, que aborda a condição social, as desigualdades da mulher, a discriminação da mulher no mundo laboral, a violência. “A preocupação do Fórum é unir forças e somar conhecimento para discutir esse tema também. Saber que a mulher está participando de forma consciente, trabalhando a participação feminina para elaborar melhores convívios sociais”, afirmou.Também foi discutido a efetividade da Lei Maria da Penha pela professora Daniela Carvalho Costa e a violência conjugal e a percepção de mulheres que passaram pela experiência, pela professora Jamile Santana Teles Lima.
Fotos: Sílvio Oliveira

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