Funcionários do Ipes Saúde ameaçam paralisar atividades
Assembleia acontece nesta terça-feira (24)
Cotidiano 23/04/2012 16h58

Por Sílvio Oliveira

Médicos, enfermeiros, odontólogos, assistentes administrativos e servidores de apoio ameaçam paralisar as atividades por tempo indeterminado. Nesta terça-feira (23) haverá uma assembleia, às 7h30, no auditório do Ipes Saúde, em Aracaju, para definir o rumo do movimento grevista. A pauta de discussão girará em torno do Plano de Cargo, Carreira e Vencimento (PCCV), através do qual se pretende legitimar todas as carreiras do Ipes Saúde em um único documento.

Conforme a assessoria do Sindicato dos Médicos de Sergipe, a assembleia envolverá todos os seguimentos do Ipes Saúde por abranger cargos e vencimentos das diversas categorias. Na última reunião realizada, houve a discussão de indicativo de greve, já que, segundo a assessoria, não foram observados avanços nas negociações com o Governo do Estado. “Mesmo com a Seplag dizendo que receberá toda a comissão na próxima quarta-feira (25), manteremos a assembleia para amanhã (terça-feira, 24)”, informou Mércia Oliva, assessora do Sindimed.

Médicos do Estado

No mesmo dia, no turno da tarde, será a vez dos médicos da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) se reunirem em assembleia na sede do Sindicato dos Médicos, desta vez, para discutir o Acordo Coletivo da categoria, referente a 2012 e 2013.

Hospitais particulares

No dia 8 de maio, será a vez dos médicos da clínica Renascença participarem da série de reuniões recomendada pelo Ministério Público do Trabalho, a fim de que o Sindimed interceda na questão da assinatura das carteiras de trabalho dos médicos que trabalham em hospitais particulares.

O fato é que em outubro de 2011 alguns profissionais denunciaram ao MPT que não tinham carteira de trabalho assinada e não possuíam vínculo empregatício com as referidas unidades hospitalares. Houve uma reunião com a presença do Sindimed e essa instituição ficou de realizar reuniões com os profissionais dos principais hospitais particulares do Estado. Os hospitais São Lucas e Primavera já participaram das reuniões.

Mércia Oliva explicou que muitos profissionais acreditam que, não mantendo o vínculo empregatício, também não o atribuem as obrigações civis. “Se o profissional tem um envolvimento eventual com o trabalho, ai sim, mas se o trabalho é diário, mesmo sem carteira assinada, há um vínculo, uma obrigação. Muitos acham que não”, explicou o teor da reunião.

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