Greve dos INSS completa 14 dias e paralisa 37% das agências sergipanas
Cotidiano 21/07/2015 09h22A greve nacional dos servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que completa duas semanas nesta terça-feira (21) vem prejudicando o funcionamento das agências no país. Um balanço da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps) indica que 25 estados participam do movimento, com 80% de adesão dos trabalhadores.
Já a estimativa do Ministério da Previdência Social mostra que 11,49% dos funcionários aderiram à greve. No total, 45,7% das agências funcionam com atendimento parcial e 16% estão completamente paradas, segundo o balanço do ministério.
No estado de Sergipe, 58% das agências funcionam parcialmente e 37% estão totalmente paralisadas, de acordo com o último balanço do Ministério da Previdência Social. O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência Social no Estado de Sergipe (SINDIPREV/SE) informou que a adesão dos servidores ao movimento paredista chega a 95%.
A categoria reivindica reajuste de 27,6% em uma única parcela. Os trabalhadores pedem também a incorporação de gratificações. Uma nova assembleia do sindicato está marcada para acontecer na tarde desta quarta-feira (22).
O INSS informa que as datas de atendimento serão remarcadas pela própria agência e que as dúvidas podem ser esclarecidas pela central do telefone 135. Em nota, o INSS informou que considerará a data originalmente agendada como a de entrada do requerimento, "de modo a evitar qualquer prejuízo financeiro nos benefícios dos segurados".
Em comunicado, o Ministério da Previdência Social diz "que tem baseado a relação com os servidores no respeito, no diálogo e na compreensão da importância do papel da categoria no reconhecimento dos direitos da clientela previdenciária e, por isso, mantém as portas abertas às suas entidades representativas para construção de uma solução que contemple o interesse de todos."
*Com informações da Agência Brasil
Foto: Elisângela Valença/Arquivo F5 News

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