Greve geral: Rodoviários e bancários aderem à paralisação em Sergipe
Cotidiano 04/12/2017 17h45 - Atualizado em 04/12/2017 18h24Por F5 News
Uma grande mobilização contra a reforma da previdência promete parar o país nessa terça-feira (05). Em Aracaju (SE), assim como ocorreu em 28 de abril, diversos sindicatos já anunciaram a adesão à greve geral, entre eles o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Aracaju (Sinttra), o Sindicato dos Bancários e o Sindicatos dos Comerciários e dos Supermercados.
O presidente da Central Única de Trabalhadores de Sergipe (CUT/SE), Rubens Marques, disse que o melhor a fazer é se juntar a mobilização ou não sair de casa, já que, além de não ter transporte público, vários pontos da cidade e das BRs que cortam o estado serão bloqueados.
Os manifestantes pretendem também fechar o comércio. Uma concentração será realizada na Praça Fausto Cardoso, de lá eles seguem para os calçadões, com o objetivo de impedir a abertura das lojas.
Ainda de acordo com a CUT, o objetivo das centrais sindicais é pressionar para que o governo Temer desista definitivamente da proposta.
Na tarde desta segunda-feira (04), uma liminar deferida pelo desembargador do Trabalho Thenisson Santana Dória determina que seja mantido o percentual mínimo de 40% do contingente dos trabalhadores do transporte público, a fim de evitar a precariedade da continuidade do serviço prestado à população, sob pena de multa diária no valor de R$ 5 mil. O Sindicato da categoria informou que cumprirá a determinação.
Participações
Entre as organizações políticas dos trabalhadores de Sergipe, confirmaram presença nos atos da greve: CUT, CTB, Força Sindical, UGT e CSP-Conlutas, Motu, Psol, PT, Pstu, Mandato da Deputada Ana Lucia, Fasubra, Sinttra, Sintese, Sintufs, Sindijus, Adufs, Sindseme, MTST, Seese, Sindicose, Levante Popular da Juventude, Sindiprev/Se e Sindipetro.
Para o presidente da União Geral dos Trabalhadores em Sergipe (UGT/SE), Ronildo Almeida, não dá para aceitar que o Governo Federal use uma das principais ferramentas de justiça social, que é a Previdência, para tornar a vida do cidadão ainda mais difícil. “Com as mudanças propostas, está se negando o direito à aposentadoria à maioria dos trabalhadores e trabalhadoras”, diz.

Falta de acesso à habitação persiste e desafia efetivação da cidadania
Testagem ocorre a partir das 8h, na área externa da UBS Carlos Hardmam.
Os contratos terão duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação
Homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do Ciosp levando uma porta
Secretária Mércia Feitosa lembra necessidade de reduzir ocupação de leitos
