Guardas Municipais se recusam a operar em reintegração de posse
Motivo alegado foi falta de equipamentos de segurança Cotidiano 19/11/2012 12h00Por Allana Andrade
Na manhã desta segunda-feira, 19, os membros do Sindicato dos Guardas Municipais de Aracaju (Sigma) se reuniram para não participar da ação de desocupação do bairro 17 de Março programada para hoje. O motivo alegado foi a falta de equipamentos de segurança e, principalmente, o vencimento do documento de porte legal de armas.
“Desde quarta-feira (14) os guardas municipais não estão mais no bairro 17 de Março, recebemos denúncia de que lá não tinha banheiro, água potável e ainda estavam recebendo ameaças”, afirmou o presidente do Sigma, Dênis Frutuoso dos Santos.
A principal reivindicação da categoria diz respeito ao armamento. O certificado venceu no último dia 11 e até o momento não há data para realização dos novos testes. “Até hoje não recebemos todos os equipamentos do convênio com o Governo Federal. Sempre vencem os prazos, a Prefeitura não consegue cumprir os prazos com a Guarda Municipal e, quando cobramos melhorias, eles alegam erros nas licitações. O que falta é interesse em equipar a Guarda Municipal”, complementou Dênis.
O diretor da Guarda Municipal, major Edênisson Paixão, informou que poucos guardas aderiram à manifestação. “Fiz uma convocação hoje, onde fui prontamente atendido. Eles quiseram fazer uma manifestação, mas poucos atenderam. Os guardas têm certa pertinência nos pedidos, mas eu, como diretor, não iria colocar a vida deles em risco. A reintegração marcada para hoje seria feita junto com a Polícia Militar, mas foi suspensa”, explicou.

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