Jogos Cidadãos levam lazer e inclusão à praia no município de Aracaju
Atividade foi feita em parceria com o Projeto Estrelas do Mar Cotidiano 22/09/2019 10h55 - Atualizado em 22/09/2019 11h34O Dia Nacional e Municipal de Luta da Pessoa com Deficiência, 21 de setembro, foi celebrado com muito esporte e cidadania no projeto Estrelas do Mar, que promoveu neste sábado mais uma edição dos Jogos Cidadãos.
O evento aconteceu em parceria com a Semana Aracaju Acessível, que este ano tem como tema “A Arte de Incluir” e aborda o direito ao lazer, ao esporte, ao turismo e à cultura, como está previsto no Capítulo IX da Lei Brasileira de Inclusão.
Foi uma manhã de atividades envolvendo esportes e jogos diversos, como bodyboard adaptado, vôlei sentado, pipa, futebol, jogos de mesa (dominó, dama e xadrez) e outros. Ao todo, 12 modalidades agregaram mais de 500 pessoas, maior público já registrado no evento, em um dia marcado pela inclusão.
Para o organizador da Semana, Lucas Aribé, o momento de entretenimento é importante para reforçar os direitos da pessoa com deficiência. “É muito fácil incluir, basta ter amor e empatia. Mostramos aqui, na prática, como pode ser feita a inclusão e como a acessibilidade é possível. Nessa data tão importante para nós, estamos expondo para a sociedade que somos todos iguais e temos o direito de ocupar os mesmos espaços de forma acessível”, afirma.
Coordenador do Estrelas do Mar, Byron Virgílio conta como a iniciativa busca transformar a ação da sociedade para garantir que todos tenham as mesmas oportunidades. “Queremos que as pessoas se sintam incluídas de fato. Um dia como hoje modifica a vida da pessoa com deficiência e de todos os participantes, porque as ações são feitas de forma empática. Nosso objetivo é modificar o olhar e a atitude de quem não tem a deficiência”, explica.
Participando pela primeira vez do projeto, Nayanne Mirele dos Santos Silva levou o pequeno Célio, que tem microcefalia. Para ela, a ação estimula a participação da criança na sociedade e contribui para o desenvolvimento.
“Isso inclui as crianças e ajuda a diminuir a questão do preconceito. É importante incluir a pessoa na sociedade, e mostrar que ela pode participar de todos os projetos e ser uma criança normal como qualquer outra”, reforça a mãe.
Fonte: Assessoria de imprensa

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