Jornalistas e radialistas fazem protesto por aumento salarial
Cotidiano 19/10/2012 11h32A falta de avanço nas negociações da campanha salarial 2012/2013 motivou jornalistas e radialistas sergipanos a programarem um ato público para o próximo dia 23, a partir das 7h, em frente à sede do Jornal do Dia, na avenida Ivo do Prado 276. O Jornal do Dia tem como proprietário o empresário Elenilton Pereira, vice-presidente do sindicato patronal.
A decisão foi tomada na assembleia conjunta ocorrida, na noite da última quarta-feira na sede do Sindicato dos Radialistas.
“Convocamos todos os comunicadores do estado de Sergipe para um ato de protesto pelo não avanço nas negociações da convenção 2012/2013. Os patrões não aceitam negociar pontos fundamentais para nós trabalhadores”, disse Fernando Cabral presidente do Sindicato dos Radialistas.
Cabral salienta que as empresas de comunicação de Sergipe nunca faturaram tanto, o mercado da comunicação vem crescendo ano após ano muito acima do PIB nacional (de janeiro e junho deste ano, cresceu 11,02% em relação ao mesmo período de 2011, apesar do baixo desempenho da economia), mesmo assim os patrões se negam a pagar um salário digno aos seus colaboradores, que vivem com salários achatados.
“E na última audiência, ocorrida em setembro, ainda quiseram retroceder no quesito reajuste, não aceitam o piso administrativo e dizem não a publicação da escala de folga dos jornalistas em 30 dias. Não há boa vontade em valorizar os trabalhadores da comunicação. Só dizem não para nossas pautas”, aponta a presidente do Sindijor, Caroline Santos.
Os comunicadores lembram também que e frustrante perceber como o sindicato patronal não apresenta contraproposta para as cláusulas sociais. Este ano foi apresentada proposta para valorizar àqueles profissionais que buscam a academia para aprimorar os seus conhecimentos. Foi proposto percentuais de gratificação que estimulem os trabalhadores, afinal os jornalistas são trabalhadores do intelecto, precisam sempre aprofundar seus conhecimentos e ter acesso aos bens culturais, mas a proposta também foi negada.
Fonte: Sindijor-SE

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