O governo Temer anunciou que vai enviar ao Congresso um pacote de aumento do PIS/Cofins em diversos segmentos do setor de serviços. Em entrevista ao Diário da Indústria e Comércio (DCI), O deputado federal Laércio Oliveira (PP-SE), vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), antecipou já ter conversado sobre alterações tributárias com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Dele disse ter ouvido que não serão pautados projetos que signifiquem aumentos de tributos.
“Estamos em fase de criação de empregos formais e uma proposta como essa pode impactar drasticamente no setor gerando aumento no valor de serviços, além da demissão de cerca de 2 milhões de trabalhadores”, afirmou o deputado, que coordena a Mobilização Nacional contra o aumento do PIS/Cofins.Sua preocupação é que a aprovação da reforma do PIS/Cofins poderia ainda anular os esforços bem-sucedidos de combate à inflação, considerando seus reflexos no aumento de preços de produtos e serviços essenciais, como: saúde, educação, passagens, internet, jornais e revistas, telefonia, vigilância e mais uma gama de serviços consumidos pela população, pelas empresas e pelo próprio setor público.
“Não há dúvidas sobre a necessidade de se discutir também uma reforma tributária no País, mas que tenha por real propósito, exclusivamente, a simplificação e a modernização do sistema tributário nacional. O caminho é a gestão eficiente do gasto público, não aumentar impostos”, disse o deputado ao jornal.
Microempresas
Laércio lembrou que o projeto pode impactar principalmente as microempresas, que são as que mais geram empregos no Brasil. “Nós trabalhamos esse ano para ampliar supersimples e para aprovar o refis que é o refinanciamento de dívidas da microempresas para que elas não fechem as portas. É um contrassenso em que elas lutam para sobreviver o Brasil tenha um aumento tão grande de impostos”, disse Laércio.
Fonte: Assessoria de Imprensa

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