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Mãe em dobro: as delícias de ser avó
Psicóloga explica a importância da relação com os netos
Cotidiano 03/06/2018 15h59

Desde os tempos mais remotos, a figura da avó na família, essa grande matriarca, sempre foi vista como símbolo de aconchego e sabedoria. Responsável também pela criação dos netos e netas, mas sem o peso da obrigação, sendo também conhecidas como “mãe com mel”.

“Elas podem ser grandes coadjuvantes nos cuidados com os netos. Podem ser excelentes auxiliares na resolução de conflitos”, lembra a psicóloga Joelina Abreu, do Hapvida Saúde.

Independentemente de ser a mãe do pai ou a mãe da mãe, a avó vê no nascimento dos netos a chance de experimentar uma nova maternidade. Mas, em especial, a mãe da mãe se vê ainda mais envolvida, muitas vezes, na vida dos netos. “É que essa avó materna viu a filha sofrer todas as mudanças no corpo, viu a filha madrugar acordada por não conseguir dormir com o barrigão, viu a filha parir e levar um tempo para se recuperar; essa avó chora quando vê a filha ser julgada, ela sente de novo as dores que um dia já sentiu, mas agora por outro prisma”, revela Joelina Abreu. 

Um ditado antigo diz que “para educar uma criança é preciso uma aldeia”, apesar de antigo, essa ideia reflete a realidade de muitas famílias onde as avós se tornam responsáveis quase que integralmente pela criação, isso porque, em alguns casos, os pais trabalham durante o dia, compartilhando a criação com os avós.

A psicóloga Joelina Abreu ressalta que esse tipo de relação é muito saudável, principalmente, para os netos, que têm por perto sempre alguém que os ama e os protege. Mas a especialista pondera que, em algumas circunstâncias, a interferência da avó – e do avô também, quando for o caso – precisa ser limitada. “Tem muitas avós que acham que são as mães das crianças, acham que os filhos não cresceram e se metem demais na vida do casal. Todo mundo ama e quer o bem da criança, mas às vezes a jovem mãe se sente mal, porque se sente julgada, desprezada, criticada”, alerta Joelina. 

A dica da psicóloga é que a avó, por mais madura e responsável que seja, espere ser requisitada. “Ofereça ajuda, mas não interfira sem os pais concordarem para não ser mal interpretada. Os tempos mudaram e o que você aprendeu no passado talvez não seja mais prudente agora”, exemplifica a psicóloga.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa

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