Médicos da rede de Aracaju paralisam atividades por tempo indeterminado
Serviços de urgência e emergência contarão com 50% do efetivo Cotidiano 03/05/2016 13h00Da Redação
Na manhã desta terça-feira (03), no Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), a categoria que presta serviços na rede pública de Aracaju decidiu entrar em greve, motivada pela falta de entendimento com a Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA), que não apresentou contraproposta em reunião que deveria acontecer ontem (02).
Segundo o vice-presidente do Sindicato - Sindimed -, José Menezes, foram marcadas seis reuniões com a administração municipal e no último dia 27, quando estava previsto o início da greve, a categoria recuou e deu mais uma semana à prefeitura, que, a seu ver, continua protelando a questão. “Mais uma vez a prefeitura não cumpre o prometido e nos deixa sem outra opção, pedimos desculpas à sociedade, mas a culpa é do prefeito João Alves”, disse.
Durante a greve ficam suspensos os serviços médicos em todos os postos de saúde e Cemar de Aracaju. Nas unidades de urgência e emergência será mantido o efetivo de 50%.
Entre as ações programadas durante o movimento paredista está uma manifestação na próxima quinta-feira (05), às 8h, em frente ao Centro Administrativo Aloísio Campos, sede da prefeitura.
A categoria volta a se reunir em assembleia na sexta (06), às 8h, na sede do sindicato, para avaliar os efeitos da greve e decidir pela continuidade ou não da paralisação.
Reivindicações
Os profissionais reivindicam a implantação da tabela única da categoria e o pagamento do piso da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), que atualmente é de R$ 12.993 por 20 horas, enquanto o piso em vigor na rede municipal é de cerca de R$ 7 mil.

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