Membros da CPI da Saúde buscam apoio do Ministério Público Estadual
Alguns vereadores de Aracaju lamentam a decisão de suspender dos trabalhos Cotidiano | Por Milton Alves Júnior 10/10/2018 16h45 - Atualizado em 10/10/2018 16h55Vereadores membros da Comissão Parlamentar de Inquérito da Saúde (CPI), instaurada no âmbito da Câmara de Aracaju, estiveram na manhã dessa quarta-feira (10) na sede do Ministério Público Estadual (MPE), como forma de lamentar oficialmente a decisão da casa legislativa em suspender as atividades do grupo.
Conforme previamente estabelecido pela CMA, a abertura da CPI tinha como principal intuito investigar possíveis irregularidades nos contratos firmados entre a Prefeitura de Aracaju (PMA) e hospitais filantrópicos nos anos de 2012 a 2017.
Na sede do MPE, o grupo foi recebido pelo promotor de justiça Jarbas Adelino Santos Júnior, responsável pelo Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Público e da Ordem Tributária.
De acordo com o vereador Seu Marcos (PHS), presidente da CPI, na semana passada os membros da comissão foram informados pelo poder legislativo que, em virtude do fim do prazo para conclusão dos trabalhos, a composição parlamentar passava a não ter mais finalidade e legitimidade. Horas após esse anúncio, os parlamentares informaram que não aceitavam a decisão e, por este motivo, buscariam o apoio do MPE.
“A CPI está com o relatório pronto, falta ser aprovado em plenário, mas na conversa da manhã de hoje fomos aconselhados pelo promotor, nos vamos remeter para cá o relatório, pedindo que seja feita uma perícia contábil nas contas dos hospitais filantrópicos de Aracaju. O promotor disse que não conhece o regimento da câmara, mas vai fazer uma análise e logo nos dará um resultado”, disse.
Por necessitar de tempo para estudar o pleito dos vereadores, o promotor de justiça Jarbas Adelino informou que não se pronunciará sobre o assunto neste momento.
Quanto ao andamento das investigações, o vereador Cabo Amintas destacou a produtividade da CPI, bem como dos órgãos estaduais de fiscalização.
“Dr. Jarbas foi bem solícito, vamos enviar o relatório para ele até para subsidiar as investigações que o próprio Gaeco vem fazendo; a gente sabe que o MP já fez uma operação dentro do Hospital de Cirurgia e com o relatório eles terão mais informações”, declarou.

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