Mesmo sem patrocínio atletas sergipanos seguem de olho no Grand Slan Rio
Ausência de patrocinadores segue dificultando a vida de atletas profissionais Cotidiano | Por Milton Alves Júnior 25/07/2018 07h19 - Atualizado em 25/07/2018 10h09No último final de semana o Estado de Sergipe se tornou palco do UAEJJF Aracaju International Pró Jiu-Jitsu Championship Season 2018/2019. Competição de essência nacional, mas que, além dos brasileiros, contou ainda com a participação de atletas de quatro países. Anfitriões, e em maior número, os sergipanos conquistaram 11, das 15 premiações disponíveis. O destaque fica para o grupo da Arka Training Center – grupo ligado ao Grappling Fight Team (GFTeam), que faturou seis dessas medalhas.
De quebra, três, deste grupo, foram premiados com passagem mais inscrição para participar do Grand Slan Rio de Janeiro que acontece no próximo mês de novembro na capital carioca. Apesar dos sucessivos bons resultados e multiplicação de medalhas, muitos atletas profissionais seguem enfrentando problemas diante da escassez de patrocinadores. Esportista graduado há quatro anos, o jovem Jean Pierre é um dos muitos que seguem na luta por apoio.
“Ser atleta profissional hoje em dia aqui em Sergipe não é fácil. A rotina de treinamento é o mínimo diante da dificuldade
em conseguirmos patrocinadores fixos. Eu possuo algumas parcerias, mas precisamos pensar no coletivo. Desta vez, devido aos resultados, eu e os colegas Victor Arcieri e Matheus Floresta, conseguimos as passagens para essa representativa competição, mas estamos na batalha por custeio de hospedagem e alimentação”, declarou.Sobre os apoios conquistados, Jean enaltece o centro de treinamento onde se prepara para as competições, bem como o acompanhamento com nutricionista especializada em preparo físico esportivo.
“Possuo amigos que nos ajudam profissionalmente ou com o pagamento das inscrições das competições, mas nossos gastos, nossas demandas, vão além. Queremos continuar levando o nome forte do nosso estado e dos nossos empresários sergipanos nos quatro cantos do país, mas para isso precisamos da colaboração desportiva financeira”, pontuou.

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