Movimentos sociais e sindicais de SE unem-se para Greve Geral
Eles pretendem, junto com a sociedade, parar o Estado no dia 11/07 Cotidiano 05/07/2013 10h43Por Laís de Melo
O grito da população brasileira que ecoou nas ruas de todo o país, nas semanas que se passaram, mostrou que existe nos cidadãos uma grande sede de luta por direitos públicos. Em Sergipe, essa disposição manifestou-se com o movimento Não Pago, que desde o ano passado pede a redução da tarifa de ônibus, e assim, o sentimento de luta expandiu para toda uma sociedade insatisfeita em busca de melhorias.
Estando ligados sempre ao direito do trabalhador, os movimentos sociais e as centrais sindicais de Aracaju, unificaram suas pautas na manhã desta sexta-feira (05) numa coletiva com a imprensa e mostraram que estarão juntos com a sociedade na Greve Geral que está marcada para acontecer dia 11 de julho em todo o Brasil. O ato será às 14h deste dia, com concentração na Praça Fausto Cardoso.
O Movimento Sem Terra de Sergipe, a Central Sindical e Popular da Coordenação Nacional de lutas (CSP/Conlutas), Movimento Nacional de Direitos Humanos, Levante Popular da Juventude, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores de Sergipe e o movimento Não Pago se inspiraram na força que as manifestações ganharam, através da disposição da sociedade em ir às ruas, e se uniram para participar da grande greve pretendendo parar o Estado de Sergipe.
O presidente da CTB, Edival Góes, disse, durante a coletiva, que será um movimento histórico. “Vamos parar a produção e mobilizar a sociedade civil para que possam mostrar suas indignações. Cada central já está realizando plenárias para orientar todos para esse grande ato”, disse. De acordo com Edival, essas lutas são antigas em todo o estado, e espera-se que dessa vez alguma coisa seja feita.
Na pauta unitária eles reivindicam o projeto PL 4330, da terceirização que retira direitos dos trabalhadores brasileiros e torna ainda mais precária as relações de trabalho no Brasil. Eles acreditam que deve ser varrido da pauta do Congresso Nacional. As questões da redução de tarifa do transporte público continuam a fazer parte da pauta, assim como o fim do fator previdenciário, redução da jornada de trabalho para 40 horas sem redução de salários, reforma agrária, democratização da mídia e reforma política.

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