MPE realiza Seminário sobre 130 anos da abolição da escravidão
Cotidiano 12/05/2018 11h55 - Atualizado em 12/05/2018 16h59O Ministério Público de Sergipe, através da Escola Superior e da Copier – Coordenadoria de Promoção de Igualdade Étnico-Racial, realizará no dia 14 de maio, às 9h, o Seminário “130 anos após a abolição da escravidão no Brasil. O que mudou?”. O evento ocorrerá no auditório do Ministério Público, e é destinado aos membros, servidores do MP e pessoas e entidades que atuam na defesa das questões étnico-raciais. Os interessados devem se inscrever até o dia 13 de maio, através do site da ESMP.
A cantora, compositora e ativista dos direitos civis dos negros, a estadunidense Nina Simone, conceituou a liberdade como a “ausência de medo”. Entretanto, a realidade social brasileira, 130 anos após a abolição da escravatura no Brasil, ainda amedronta esse grupo que, embora altamente representativo da população brasileira, ainda é o mais afetado pela violência e desigualdade racial.
Apesar de quase um século e meio de “liberdade”, os negros ainda estão condenados à exclusão social. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, os negros ocupam a menor parcela dos espaços públicos destinados aos mais ricos, recebem salários menores, têm menos acesso ao saneamento básico, menores índices de alfabetização e são maioria nas carceragens públicas.
O seminário tem o objetivo de discutir a realidade racial no Brasil, que foi o último País do continente americano a abolir a escravidão. Além disso, fomentar o debate sobre ações que podem ser realizadas com o objetivo de diminuir a desigualdade racial no Brasil.
A programação do seminário ainda contará com duas palestras. A primeira será ministrada pelo Frei David Raimundo Santos, com o tema “Ações Afirmativas, Combate às Fraudes e o Debate Sobre Identidade”. E a segunda será apresentada pela Mariana Galvão Nascimento, que abordará o tema “130 Anos da Abolição: Temos o que Comemorar?”.
Clique aqui e se inscreva no Seminário “130 anos após a abolição da Escravidão no Brasil. O que mudou?”.
Reiteramos que o recebimento do certificado está condicionado à frequência mínima de 75% da carga horária total do curso, apurada mediante registro biométrico (digital) da frequência de cada participante.
O cadastro biométrico será realizado a partir das 8h.
Fonte: Assessoria de Imprensa

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