MPF/SE faz reuniões pela proteção ao meio ambiente e ao consumidor
Cotidiano 29/10/2012 17h05O Ministério Público Federal em Sergipe (MPF/SE) iniciou uma série de reuniões técnicas para aperfeiçoar a proteção dos Direitos Difusos e Coletivos, a exemplo do Meio Ambiente e do Consumidor. Na última semana, o coordenador da Tutela Coletiva em Sergipe, o procurador da República Rômulo Almeida, esteve reunido com o 2º Tenente Gibran Mendes Costa do Pelotão Ambiental da Polícia Militar e, entre os temas discutidos, estavam as denúncias de extração ilegal de areia nas margens do Rio Poxim e a fiscalização do transporte de carvão vegetal destinado ao comércio.
O procurador explica que a série de reuniões têm caráter técnico e que, além da Polícia Militar, o MPF/SE vai discutir o tema com a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e com as representações estaduais do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Capitania dos Portos.
Denúncias – Na reunião, o MPF recebeu informações gerais sobre a atuação do Pelotão Ambiental, conheceu suas instalações e discutiu assuntos de interesse comum, a exemplo dos casos de extração ilegal de areia das margens do Rio Poxim, em São Cristóvão. O procurador Rômulo Almeida lembra que o MPF foi informado da irregularidade pela Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), que realiza obras no local, e que o problema também vem sendo denunciado pela imprensa. “Já instauramos procedimento administrativo para apuração dos fatos, contando com o apoio do Pelotão Ambiental e dos outros órgãos ambientais do Estado”, afirmou.
No encontro também foi discutido o procedimento administrativo do MPF sobre os documentos exigidos para o transporte de carvão nativo no Estado, em razão de dúvidas quanto à interpretação da norma do Ibama que trata da questão.
Fundo de Direitos Difusos – A série de reuniões também têm o objetivo de estimular a elaboração de projetos para o Fundo de Direitos Difusos pelas entidades sergipanas, uma vez que o MPF/SE tem conseguido condenações na Justiça em que os recursos das indenizações são direcionados ao fundo.
O Fundo de Defesa de Direitos Difusos aplica os recursos financeiros originados de multas aplicadas pela Justiça Federal, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça, e condenações judiciais, dentre outros, decorrentes da violação dos direitos difusos.
Podem ser contemplados projetos das áreas de meio ambiente, proteção e defesa do consumidor e promoção e defesa da concorrência, patrimônio cultural brasileiro e outros direitos difusos e coletivos. Estão autorizadas a receber recursos do fundo pessoas jurídicas de direito público das esferas federal, estadual, municipal e do Distrito Federal e as entidades civis sem fins lucrativos.
Mais informações sobre o Fundo de Direitos Difusos estão disponíveis no site do Ministério da Justiça: http://portal.mj.gov.br.

Falta de acesso à habitação persiste e desafia efetivação da cidadania
Testagem ocorre a partir das 8h, na área externa da UBS Carlos Hardmam.
Os contratos terão duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação
Homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do Ciosp levando uma porta
Secretária Mércia Feitosa lembra necessidade de reduzir ocupação de leitos
