Mulheres e jovens participam da Caminhada das Vitoriosas em Aracaju
Cotidiano 17/10/2017 12h00 - Atualizado em 17/10/2017 13h29Por Fernanda Araujo
As fortes chuvas na manhã desta terça-feira (17) não tiraram a animação de diversas mulheres que lutam contra o câncer de mama. Elas participaram de mais uma edição da Caminhada das Vitoriosas, em Aracaju (SE), que reuniu pessoas com câncer, estudantes e representantes de organizações sociais para sensibilizar a sociedade sergipana sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce da doença.
A concentração da caminhada foi na sede da Associação dos Amigos da Oncologia (AMO) com destino ao calçadão da rua João Pessoa no centro da capital. Mulheres e jovens percorreram as ruas da cidade para lembrar sobre a conscientização, em alusão ao Outubro Rosa.
“A importância é ter uma mulher com saúde. O Estado dando condições à mulher para tratamento oportuno ela conseguirá ser curada e voltar à sociedade. Todos os Poderes devem estar envolvidos, com qualquer tipo de câncer. Não existe câncer para pobre ou rico, atinge a todos e independente de gênero. Acho que a campanha é ‘Você é importante e deve se cuidar também’”, diz a presidente-voluntária da AMO, a assistente social Conceição Balbino.
Diagnosticada aos 29 anos, hoje com 32, Ana Angélica precisou adiar o sonho de ser mãe para iniciar o tratamento contra o câncer de mama. Com o diagnóstico precoce, realizando o autoexame, Ana teve a chance de cura de 97% e conseguiu após o tratamento.“Não é fácil, é uma luta contínua, mesmo curada temos acompanhamento médico de cinco a dez anos, tomando medicamento diário e fazendo rastreamento no corpo. Tive sequelas, fiquei com o déficit motor no braço e outros efeitos colaterais, faço fisioterapia, mas não devemos perder a vontade de viver”, acredita.
“Fui diagnosticada com um nódulo há um ano e cinco meses na fase inicial, também descobri fazendo o autoexame. Lutei e venci, aconselho que as mulheres se previnam. O câncer não espera. A doença não tem sintomas, por isso quanto mais cedo descobrir mais fácil de curar”, registra Adilma Maçal, 43 anos.
Fotos: Fernanda Araujo

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