Não registrar BO dificulta combate aos assaltos a taxistas, diz Sintax
Cotidiano 30/12/2014 09h13Por Will Rodrigues
O Sindicato dos Taxistas de Sergipe (Sintax) estima que, em média, seis taxistas sejam vítimas de roubos ou furtos por dia em todo o estado. O número pode parecer pequeno, mas preocupa e, de acordo com o presidente em exercício do Sintax, Gerson Ferreira, pode ser maior, pois muitos taxistas não registram o Boletim de Ocorrências em uma Delegacia de Polícia. Um desses casos foi registrado durante a noite dessa segunda-feira (29), no povoado Oitero, em Nossa Senhora do Socorro, na Grande Aracaju. Dois homens fretaram o táxi, nas proximidades do Terminal Rodoviário Governador José Rollemberg Leite, zona Oeste da Capital, e solicitaram uma corrida até o povoado. Na entrada da localidade, os meliantes sacaram revólveres e anunciaram o assalto. Eles conseguiram fugir levando o veículo, um Siena de cor branca, com placa de Aracaju IAF 1809.
A vítima foi abandonada em um matagal e conseguiu pedir ajuda na Usina Pinheiro. Ele registrou o boletim de ocorrências na Delegacia Plantonista em Aracaju e informou que dentro do veículo havia uma carteira contendo documentos, cartões de créditos e a quantia de R$270,00.
Para Gerson, atitudes como a que foi tomada pela vítima do caso acima contribuem diretamente para reforçar a atuação da polícia no combate aos assaltos a taxistas. “Se os casos não forem registrados, a Secretaria de Segurança não reconhece como um fato oficial e além disso não pode planejar ações de enfrentamento nas áreas onde houver maior incidência de casos”, argumenta.
No entendimento do sindicalista, é preciso que a categoria se conscientize dos prejuízos causados pela atitude. “Alguns colegas acreditam que registrar o boletim não gera resultado nenhum, mas não percebem que só quem perde são os profissionais, pois não adianta o Sindicato agir cobrando das autoridades mais segurança, se muitos colegas ainda persistem nessa falha. Por isso, é essencial fazer a denúncia e se for necessário, até mesmo procurar o Sintax para auxiliar”, pontua Ferreira.
Foto Ilustrativa: Arquivo F5 News

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