Número de assaltos a ônibus em Aracaju cai no 1º semestre de 2017
Mas rodoviários ainda se sentem inseguros Cotidiano 03/08/2017 17h15 - Atualizado em 03/08/2017 18h14Por Aline Aragão
Segundo dados do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Aracaju (Sinttra), houve uma redução de quase 42,1% no número de assaltos a ônibus na grande Aracaju, no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado.
Em 2016, o Sinttra fechou o semestre com uma média de 6,04 assaltos por dia, este ano o número caiu para 3,5.
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Para a Secretaria se Segurança Pública (SSP), esse é o resultado do trabalho integrado entre as Polícias Militar e Civil com foco na prevenção e no combate a esse tipo de crime.
Mas, apesar dessa queda, a insegurança entre os rodoviários continua. E o clima fica pior quando acontecem episódios de violência, como o que foi registrado na noite de ontem (02), no Conjunto Parque dos Faróis, em Nossa Senhora do Socorro: um cobrador foi baleado no braço, durante um assalto.
Segundo o secretário do Sinttra, Valtenes Porto, para tratar desse assunto o sindicato pediu uma nova reunião com o secretário da Segurança, João Eloy. “A reunião foi agendada para a próxima segunda-feira, dia 07, às 15h, na SSP”, informou.
Valtenes disse ainda que é o clima entre os rodoviários ainda é de medo e o sindicato cobra mais atenção da polícia em locais como, por exemplo, o trecho da cabeceira da ponte Aracaju/Barra, sentido Barra dos Coqueiros, local onde segundo ele, têm acontecido muitos assaltos. “Pedimos que sejam intensificadas as blitz surpresa, e mais reforço no policiamento das áreas com índices de assaltos”.
Segundo informações do tenente-coronel Vivaldy Cabral, responsável pelo Comando do Policiamento Militar da Capital (CPMC), as ações preventivas permanecerão sendo intensificadas com o intuito de reduzir ainda mais os registros.
“Continuaremos reforçando o patrulhamento ostensivo, com ações intensivas de abordagens a ônibus, na tentativa de minimizar as ocorrências de roubo praticadas contra funcionários das empresas e usuários em geral do transporte coletivo, além de distribuir o efetivo nas principais áreas onde esse tipo de delito é mais praticado”, disse.

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