Papiloscopistas identificam jovem com transtorno e localizam família
Jovem de 20 anos foi encontrado com sinais de espancamento em Sergipe Cotidiano 29/07/2019 16h21 - Atualizado em 29/07/2019 17h04Os papiloscopistas do Instituto de Identificação chegaram à identidade de Rafael dos Santos, de 20 anos, paciente vítima de agressão encaminhado para o Hospital de Urgência de Sergipe (Huse). Ele estava sem documentos e foi identificado por meio do trabalho do instituto no dia 23 de julho.
A identificação foi conduzida pelos papiloscopistas Diego Santana e Everton Barrozo. O paciente tinha sido socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), nas proximidades da cidade de Aquidabã. Ele estava desacordado, com sinais de espancamento e suspeita de traumatismo, e sem ninguém que pudesse identificá-lo.
Os papiloscopistas foram até o Huse para fazer os procedimentos de identificação, inicialmente a coleta das impressões digitais. A ficha coletada foi encaminhada ao Instituto de Identificação, onde foi feita uma investigação e busca pelos arquivos manuais com o objetivo de descobrir a identidade do paciente.
Através da comparação entre pontos particulares da impressão digital, chegou-se a identidade do paciente, que é natural de São Paulo e, até então, morador do povoado São Vicente, em Propriá (SE). Após a identificação, os papiloscopistas chegaram a um dos parentes, a avó.
Ele era criado pela avó, possuía transtornos mentais e estava desaparecido há oito dias. O trabalho dos papiloscopistas possibilitou a identificação do paciente e também a localização do jovem, solucionando mais uma demanda de desaparecidos. O papiloscopista Diego Santana destacou a satisfação com o resultado de trabalho de identificação.
“É uma satisfação que o esforço de nosso trabalho e as ferramentas que a ciência oferece, possa prover o reencontro de uma família, especialmente de um paciente com transtornos mentais, que poderia estar ainda mais suscetível na sociedade”, frisou.
Os papiloscopistas realizam identificação civil, criminal, cadavérica e de pessoas em condições de vulnerabilidade social, hospitalizadas, domiciliados em abrigos ou moradores de rua em todo momento em que o cidadão não portar documento, tiver identidade ignorada ou se existir dúvidas em relação a veracidade da identidade.
Fonte: SSP/SE

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