Paralisação de servidores faz diretor do IML recolher corpos
Cotidiano 11/09/2012 08h20

Por Marcio Rocha

A paralisação dos policiais civis realizada ontem (10) mostrou a deficiência do Instituto Médico Legal. Os funcionários dos setores de perícias cruzaram os braços por 12 horas, deixando uma situação emblemática para o IML. Os funcionários da diretoria tiveram que trabalhar no lugar dos servidores.

O diretor do IML, Adelino Lisboa, estava dirigindo um dos rabecões do instituto durante o dia de ontem, devido à ausência de motoristas. Os corpos estavam sendo recolhidos por ocupantes de outras funções e pelo próprio diretor.

A paralisação dos servidores de perícias contou com 90% de adesão da categoria e foi realizada por um período de 12 horas e faz parte de um calendário sistemático de ações. O Sindicato dos Policiais Civis deseja negociar com o Governo do Estado a melhoria das condições de trabalho dos funcionários da coordenadoria de perícias. Entretanto, as negociações não avançaram.

As paralisações do os policiais civis seguirão um cronograma de atividades já estabelecido no último dia 29, em assembleia da categoria. Sendo a próxima paralisação no dia 17, dessa vez com 24 horas de duração.

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