Paralisação: serviços agendados são parcialmente prejudicados no Detran
Cotidiano 08/06/2016 12h50Por Fernanda Araujo
Quem procurou por atendimento na sede do Detran, na Avenida Tancredo Neves, em Aracaju (SE), se deparou com a paralisação de advertência dos servidores do órgão. O atendimento foi suspenso de forma parcial por quatro horas, desde às 09h às 11h e das 14h às 16h, em protesto, o que prejudicou os serviços agendados para esta quarta-feira (08) nos setores de atendimento.
No entanto, o órgão afirma que não houve grandes prejuízos. Segundo a assessoria do Detran, foram realizados somente pela manhã 1.496 atendimentos, só na sede 186 pessoas foram atendidas até o momento, sendo que oito ficaram em espera. Faltando contabilizar o atendimento do período da tarde. O total de ontem (07) foi de 2.820.
Os servidores protestam contra cortes nos salários, suspensão das férias de alguns funcionários, segundo eles, de modo arbitrário e ilegal, morosidade na elaboração do Plano de Carreiras, Cargos e Vencimentos, falta de reajuste no auxílio alimentação há dois anos, atraso na correção inflacionária de salários há quatro anos, carência de servidores para o atendimento das demandas da população e sucateamento das unidades de atendimento.
Em nota, o Detran esclarece que em relação à questão salarial todas as medidas possíveis de serem adotadas pela Diretoria estão sendo levadas a efeito. Na manhã de hoje uma reunião foi realizada na Procuradoria Geral do Estado (PGE) com a participação da Procuradoria da Autarquia para tratar do assunto. O órgão reforça ainda que as demais questões de cunho administrativo, tratadas com o Conselho Deliberativo da Autarquia, a exemplo do concurso público, foram encaminhadas ao governador Jackson Barreto.
“Todas as ações estão em sintonia com o previsto nas Leis Estaduais 2.148/1977, 5.785/2002 e 7.146/2011, inclusive com a obediência aos princípios constitucionais da ampla defesa, do contraditório e do devido processo legal, cumprindo o que rege a Legislação que regulamenta a matéria e a Constituição Federal. Dessa forma, entendemos que não há razões para o movimento paredista, o qual, como todas as matérias que chegam ao nosso conhecimento, será tratado em conformidade com a Lei”, completa na nota.
Foto: arquivo F5 News/Fernanda Araujo

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