Parquímetros devem voltar a funcionar em 3 meses
Licitação deve ser lançada na próxima semana Cotidiano 06/06/2014 16h00Por Elisângela Valença
Dentro de cerca de três meses, o sistema de parquímetro deve voltar a funcionar na capital sergipana. Inicialmente, serão licitadas três mil vagas nos bairros Centro, Siqueira Campos e São José, região central de Aracaju. “O edital para a licitação já está pronto e em avaliação. Até o final da próxima semana, deverá estar publicado”, disse Francisco Navarro, diretor de Planejamento e Sistemas da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT).
O novo sistema de parquímetro irá funcionar de forma diferente do anterior. “Não haverá nada físico representando o parquímetro. Não haverá bilhete para deixar dentro do carro ou o aparelho do parquímetro. Tudo será eletrônico, podendo ser acionado num computador ou smartphone”, explicou.
O cidadão vai no site ou no aplicativo e cria uma conta de usuário. Nela, ele cadastra os veículos, define o tipo de uso e coloca créditos. Ao estacionar, ele aciona o aplicativo, onde ele também pode verificar vagas disponíveis, e já debita o valor. “Se a pessoa não tem internet ou smartphone, pode se dirigir a qualquer ponto de venda, que são estabelecimentos da área, como lanchonetes ou lojas, e pagar pelo uso da vaga”, informou Francisco.
Para cada 60 vagas, haverá um fiscal. Ele trabalhará na área conferindo as placas dos veículos. “O sistema trará todas as informações sobre o carro. Além do tempo pago pela vaga, ele trará informações como restrições por roubo”, acrescentou.
O sistema do parquímetro abrangerá carros, motos, carga e descarga e moradores. “Quem é morador da área, mas não tem garagem em casa, pode se cadastrar como morador e poderá estacionar na região sem ônus”, disse o diretor.
O valor máximo que poderá ser cobrado será de R$ 1,50 por hora e a cobrança também será fracionada (se a pessoa ficar por 40 minutos, pagará por 40 minutos). Ruas poderão ser colocadas ou retiradas do sistema a qualquer tempo, bem como o área de atuação e o número de vagas poderão ser ampliados.
“Vale lembrar que não cabe indenização ao dono do veículo caso ocorra algum problema. O usuário não vai pagar para vigiarmos o carro, mas para fazer uso de um espaço público”, destacou Francisco.
Foto: Arquivo F5 News

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