Peritos da Força Nacional já estão em Sergipe
Equipe chega ao estado para deflagrar Operação Angico Cotidiano 06/06/2014 14h26Por Aline Aragão
O Instituto de Criminalística de Sergipe passa a contar a partir de hoje (06) com o reforço da Força Nacional de Segurança, que enviou para o estado quatro peritos [dois papiloscopistas, um perito criminal e um perito de comparação balística] que irão deflagrar a Operação Angico.
Os peritos foram cedidos pela polícia civil de outros estados, sendo um de Pernambuco, outro de Rondônia e dois do Piauí. Além desses profissionais, outros quatro chegarão após a Copa e deverão ficar no estado até o final do ano, tempo em que os novos peritos, que passaram no concurso da Coordenadoria de Polícia Civil (Cogerp), realizado em 25 de maio deste ano, estarão aptos para assumir o cargo. O reforço faz parte do Programa Brasil Mais Seguro, ao qual o governo sergipano aderiu no ano passado.
Os profissionais irão atuar no suporte às unidades que trabalham na elucidação dos crimes de homicídio, trazendo agilidade e qualidade na apresentação dos laudos técnicos. Para a diretora do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), Tereza Simony (foto ao lado), a chegada dos peritos representa a melhoria dos trabalhos. “É um reforço que irá corroborar com o trabalho que já é feito pela polícia sergipana”, disse.Segundo a diretora do DHPP, apesar do estado apresentar altas taxas de crimes de homicídio, ano passado apresentou mais de 50% do índice de elucidação. "A chegada desses peritos vai nos trazer qualidade até para futuras condenações", disse.
Para o Diretor Geral de Perícias, Adelino Lisboa (foto ao lado), quando o trabalho da perícia é executado com qualidade, além de dar celeridade aos processos, pode trazer mais segurança e diminuir as taxas da violência no estado. "A partir do momento que o deliquente vê o colega sendo sentenciado e respondendo criminalmente, vai pensar duas vezes", explicou.
Adelino diz também que a quantidade de peritos prevista para operar em Sergipe é pequena e pode sobrecarregar os profissionais, já que é grande a demanda de processos no estado; para ele o número de peritos enviados pela Força Nacional pode aumentar. "Deverão chegar mais uns 8 no mínimo, para que não fique cansativo pra eles", comentou.

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